Tudo sobre o clássico filme CONAN: O BÁRBARO | PN Especial #77

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Recentemente o Pipoca & Nanquim trouxe de volta aos cinemas o clássico CONAN, O BÁRBARO, de 1982. A celebração, claro, ocorreu por conta do lançamento de nosso livro homônimo, a grande obra de Robert E. Howard que deu origem ao cultuado guerreiro. Agora chegou a hora de conversarmos um pouco sobre o filme, histórias de bastidores, nossas impressões, traçar paralelos com o livro e com os quadrinhos.

TRECHO DO E-BOOK GUIA DEFINITIVO DA ESPADA & FEITIÇARIA:

Os anos 1980 estiveram entre os mais prolíficos para o subgênero Espada & Feitiçaria e, apesar de terem trazido exemplares interessantes em seu início como O Falcão Justiceiro (1980), com Jack Palance, a verdade é que o principal responsável por essa explosão foi o megassucesso causado por Conan: O Bárbaro. A bem-sucedida produção de 1982, dirigida por John Milius, mostrou que um filme de censura 18 anos, com altas doses de sangue, nudez e violência, poderia ter apelo junto ao público e tornar-se uma verdadeira febre; embora tenha custado pouco mais de US$ 16 milhões, rendeu mais de US$ 130 milhões – uma quantia parca para os padrões de hoje, mas que, para a época, foi um verdadeiro fenômeno.

O filme teve o mérito de alçar ao sucesso a carreira do fisiculturista Arnold Schwarzenegger, que viria a se tornar um dos maiores astros de ação da história de Hollywood, além de popularizar a criação de Robert Howard, deflagrando a chamada Conanmania.

Conan é uma produção visualmente impressionante. Os primeiros vinte minutos praticamente não têm diálogos (salvo um breve monólogo do pai do protagonista), porém, apresentam uma belíssima composição de fotografia e trilha sonora. Num tom épico, o espectador acompanha a dizimação da aldeia do jovem Conan e o brutal assassinato de seus pais, a seguir sua vida como escravo, até ser transformado, já adulto, em gladiador. Após a inusitada libertação, acompanhamos a busca do herói pelo assassino do seu povo, o vilão Thulsa Doom, agora o líder de um culto religioso fanático.

Mesmo hoje, mais de três décadas após o lançamento, Conan: O Bárbaro ainda se sustenta como uma poderosa força criativa graças à visão do diretor Milius, que lapidou o roteiro de Oliver Stone e supervisionou todos os aspectos da produção. Embora não seja absolutamente fiel aos textos de Robert Howard, tendo em certa medida alterado a personalidade do protagonista, o filme se sustenta por si só, com destaque para a fotografia, figurino e trilha sonora.

Conan: O Bárbaro rendeu mais dois filmes com Schwarzenegger: a continuação Conan: O Destruidor (1984) e Guerreiros de Fogo (1985), este uma adaptação da heroína Red Sonja, também criação de Howard. Nenhum tão bem-sucedido quanto o primeiro. Durante anos, o diretor John Milius tentou levar adiante um terceiro longa-metragem do cimério que, infelizmente, foi engavetado durante o período em que o astro foi governador do estado da Califórnia (de 2003 a 2011).

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Tudo sobre o clássico filme CONAN: O BÁRBARO | PN Especial #76

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