Um Pedaço de Madeira e Aço

Chabouté

Com sua arte inigualável, seu excepcional domínio do preto e branco, e em uma narrativa totalmente sem balões, o quadrinista Chabouté (Moby Dick, Solitário), explora o dia a dia de uma comunidade por meio de um objeto muitas vezes ignorado: um banco de praça.

R$69,90

704 em estoque

• Formato 16 x 23,5 cm
• 340 páginas em preto e branco
• Capa dura soft touch com verniz localizado, lombada redonda e fitilho marcador
• Miolo em papel offset 120 g/m²

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Price for all:   R$229,70
  • “Chabouté não apenas dá uma aula de narrativa, com um desenho lindo, todo em preto e branco, como elabora uma trama tão simples quanto emocionante.”
    Sidney Gusman, Universo HQ
  • “Um filme mudo irresistivelmente expressivo…”
    Le Magazine du Monde
  • “Um livro sobre a humanidade com um toque de humor.”
    Ouest-France
  • “Outra obra impressionante de um autor que parece produzir somente obras impressionantes.”
    Library Journal
  • “Poético, engraçado e sensível.”
    Paris Match
  • “Esse é um quadrinho que consegue, ainda que sem palavras, contar inúmeras histórias, tendo como protagonista um banco de praça! Temos várias tramas sensíveis, que se resolvem de maneira inteligente e fazem um retrato bem fiel do nosso cotidiano através de gerações e tipos de pessoas diferentes.”
    Fernando Caruso, Caverna do Caruso
CONHEÇA MAIS

A história de um banco, um simples banco de praça pública que vê pessoas passando durante horas, dias, estações, anos… Muitos passam, alguns param, outros voltam e há aqueles que esperam… Desde sua criação, o banco presencia todas as estações do ano e as mais diversas situações envolvendo aqueles em seu entorno. Estranhos se encontram pela primeira vez. Casais esculpem suas iniciais. Velhos amigos sentam e conversam por horas. Um homem de negócios faz um rápido descanso. Um músico começa uma nova composição… Muitos ignoram o banco, alguns tentam dormir nele à noite, outros simplesmente se recostam e absorvem a atmosfera daquela região e de seus conterrâneos. Este poderia ser um banco em qualquer cidade do mundo – as pessoas neste pequeno drama são facilmente reconhecidas em qualquer lugar…

O banco é um refúgio, uma ilha, um abrigo, um palco… Um balé de anônimos conduzidos por uma coreografia habilmente orquestrada, onde pequenas curiosidades, situações incríveis e encontros surpreendentes dão à luz uma história singular, por vezes cômica, por vezes trágica.

O quadrinista Chabouté, com sua arte inigualável e seu excepcional domínio do preto e branco, tece uma narrativa gráfica com a magia de Jacques Tati, a beleza de Chaplin e pitadas de Marcel Marceau e Buster Keaton… 330 páginas de um drama cujo herói é um banco.

SOBRE O AUTOR

Chabouté

Nascido em 8 de fevereiro de 1967, o quadrinista francês Christophe Chabouté lançou seu primeiro trabalho na coletânea Les récits, em 1993, baseada na obra de Arthur Rimbaud. Publicou, em 1998, Sorcières e Quelques jours d’été, dois álbuns bastante aclamados por público e crítica, com o segundo sendo premiado no Festival de Angoulême. Pouco tempo depois, com os lançamentos de Zoé, em 1999, e Pleine lune, em 2000, ele atingiu sua maturidade como artista.

Em 2001, lançou Un îlot de bonheur, que recebeu menção especial do júri do Angoulême. No ano seguinte, colaborou com a coleção Léo Ferré en BD, publicou La bête e começou a trabalhar no primeiro livro da trilogia Purgatoire, concluída em 2005. Em 2006, decidiu contar em quadrinhos a história do assassino mais famoso da França e lançou Henri Désiré Landru. Menos de doze meses depois, publicou Construire un feu, adaptação do conto homônimo de Jack London. A seguir, Chabouté entregou a impressionante sequência de um álbum por ano: Solitário (2008), Terre-Neuvas (2009), Fables amères (2010), Les princesses aussi vont au petit coin (2011) e Um pedaço de madeira e aço (2012). Todos saíram pela Vents d’Ouest, sua principal casa editorial.

Em 2014, começou a publicar Moby Dick, sua adaptação do monumental romance de Herman Melville. O trabalho ímpar de Chabouté vem colecionando elogios e prêmios por todos os países onde é lançado, e o autor já se firmou como um dos maiores artistas europeus da atualidade.


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