O monstro e os OSCARS de A FORMA DA ÁGUA | Pipoca e Nanquim #282

Com 13 indicações ao Oscar deste ano, Forma da Água (The Shape of Water, 2017) é mais um grande filme de Guillermo del Toro, consagrado de diretor de obras como O Labirinto do Fauno, Hellboy e Pacific Rim. No enredo desta fábula sombria, Elisa é uma faxineira de um laboratório secreto do governo do EUA que descobre uma criatura aquática e acabam desenvolvendo um romance. Com grandes atuações de Sally Hawkins, Richard Jenkins, Octavia Spencer, Michael Shannon e Michael Stuhlbarg. O filme traz muitas discussões políticas e sociais e ainda faz uma grande homenagem ao cinema.

Paralelamente à produção do filme, Guillermo del Toro desenvolveu o livro de mesmo nome ao lado de seu parceiro na série animada Caçadores de Trolls, Daniel Kraus. A obra é um lançamento da Editora Intrínseca e aprofunda muito do que foi mostrado no longa-metragem.

Chegou a hora de saber a opinião do Pipoca & Nanquim sobre as duas versões.

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Sinopse do Livro:

Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria. Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor – o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser.

Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual o deus Brânquia é levado, a criatura representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade.

Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa. Enquanto para um o homem-peixe é só um objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado, para a outra ele é um amigo, um companheiro que a escuta quando ninguém mais o faz, alguém cuja existência deve ser preservada.

Mistura bem dosada de conto de fadas, terror e suspense, A forma da água traz o estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, numa narrativa que se expande nas brilhantes ilustrações de James Jean e no filme homônimo, vencedor do Leão de Ouro em 2017. Uma história cinematográfica e atemporal sobre um homem e seus traumas, uma mulher e sua solidão, e o deus que muda para sempre essas duas vidas.

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  1. Ao assistir ao filme A Forma da Água imediatamente veio a sensação remetida à ambientação dos seriados do cinema na década de cinquenta. Filme sempre bem tratado e conduzido, marca do diretor.