A obra original de CONAN, O BÁRBARO está de volta ao Brasil

Conan, o Bárbaro – Livro 1

De Robert E. Howard

 

LADRÃO…
MERCENÁRIO…
PIRATA…
GUERREIRO…

REI!

A Editora Pipoca & Nanquim tem o orgulho de apresentar a volta de uma das maiores sagas épicas de toda a história da literatura. Conan, o Bárbaro, é a obra máxima do escritor Robert E. Howard, um dos mais celebrados novelistas de sua geração, criador do gênero Espada & Feitiçaria, e principal inspiração para autores de renome indiscutível, como J. R. Tolkien, George Martin e Michael Moorcock.

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Dividida em três volumes, a saga apresentará na íntegra todas as aventuras de Conan seguindo a ordem em que foram publicadas originalmente na emblemática revista Weird Tales, terá acabamento de luxo, ilustrações de artistas como Mark Schultz e Gary Gianni, diversos extras, sobrecapa de acetato transparente e, pela primeira vez no Brasil, as capas originais de Frank Frazetta.

Além disso, todos que adquirem o livro na pré-venda da Amazon ganharão o e-book O Guia Definitivo da Espada & Feitiçaria, de autoria do próprio Pipoca & Nanquim, que será enviado aos compradores no dia de lançamento, 11 de dezembro.  

“Ninguém conseguia escrever violência e matanças de forma mais convincente do que Robert, e suas passagens das batalhas revelam uma aptidão instintiva para táticas militares, que teriam dado a ele distinção em períodos de guerra. (…) Que um artista tão genuíno tenha falecido, enquanto centenas de escritores insinceros continuam a produzir histórias espúrias de fantasmas, vampiros, naves espaciais e detetives ocultistas, é sem dúvida uma ironia cósmica.”
– H. P. Lovecraft

 

“Acho que os fãs de fantasia deveriam voltar e ler os clássicos; obviamente, Tolkien, se você ainda não o leu, mas também os trabalhos de Fritz Leiber (…) e as histórias originais de Conan, por Robert E. Howard, e de seus outros personagens, como Bran Mak Morn e Solomon Kane (…).
– George R. R. Martin

 

“(Por trás das histórias de Howard) há uma poesia sombria e a verdade imortal dos sonhos. Foi por isso que essas histórias sobreviveram. Elas continuam sendo uma herança adequada do poeta e sonhador que Robert E. Howard foi.”
– Robert Bloch

 

“O melhor escritor de fantasia dos pulps foi Robert E. Howard… Ele pintou os traços mais amplos imagináveis.”
– Fritz Leiber

 

FICHA TÉCNICA

Conan, o Bárbaro – Livro 1

Editora: Pipoca & Nanquim

Especificações: Formato 15,5 x 22,5 cm
304 páginas em preto e branco, 
Capa dura com miolo em papel polen bold 70g/m2, 
Acabamento especial com sobrecapa de acetato.
Tradução: do inglês por Alexandre Callari
1ª edição – Dezembro/2017.
ISBN: 978-85-93695-05-6
Preço sugerido: R$ 59,90
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Conan: o Libertador – O Maior Lançamento do Ano

Demorou, mas enfim coloquei minhas mãos naquele que é de longe o maior lançamento do ano, Conan: o Libertador. É até sacanagem chamar esta edição de quadrinhos, gibi ou mesmo Graphic Novel. Trata-se, na verdade, de um dos poucos casos em que o produto é um “tomo”! Sei que tem gente que vai reclamar por causa do que acabei de falar, mas não estou brincado. Um lançamento como este catapulta a Nona Arte a outros patamares.

Conan: o Libertador é um capa-dura espetacular publicado pela Mythos (de longe o maior lançamento da editora), que coloca todas as outras compilações já feitas no chinelo em todos os sentidos. Primeiro, contém um dos materiais mais especiais produzidos pela Marvel Comics durante a fase de Conan na editora. Segundo, o requinte é singular a ponto da edição parecer uma enciclopédia. Terceiro, temos compilações de capas em cores e diversos textos do próprio Roy Thomas entre as histórias que contextualizam o leitor e explicam o que estava ocorrendo na época, dentro e fora dos bastidores. Com 500 páginas (é isso aí, você não leu errado), papel de primeiríssima qualidade e impressão perfeita, o tomo é um material que precisa estar na estante de todo apreciador não só de Conan, como de qualidade!

O tomo reúne as edições que marcam o caminho de Conan até a conquista do trono da Aquilônia. A primeira história Além do Rio Negro é um primor em si e só ela já valeria a compra. Tive o privilégio de traduzir o conto de Robert Howard para o livro Conan: o Bárbaro e reler esta versão foi uma grata surpresa ao identificar o tanto que Roy Thomas e John Buscema foram fieis ao original. Buscema, aliás, está no auge de sua arte – mas ele não está só. Dê uma olhada no time de desenhistas e arte-finalistas que participam do tomo: Além de Buscema, Gil Kane, Ernie Colon, M. C. Wyman, Dave Simons, Tony DeZuniga, Joe Rubinstein, Klaus Janson e Rick Bryant. Só gente fraca, não?

Conan vai, ao longo da história, construindo com sangue e suor o caminho árduo que o levará, de forma totalmente inusitada, a vestir a coroa da Aquilônia, tomando-a do corpo sem vida do tirano Numedides, estrangulado pelas próprias mãos do cimério.

Embora seja uma edição cara (na verdade, caro é relativo, já que qualquer livro vagabundo custa 60 pilas e pela qualidade oferecida aqui, este tomo poderia custa fácil, fácil 200 contos), vale a pena guardar um dinheiro e se dar de natal esta obra prima da produção de quadrinhos no país! Nota 10!

Podcast 43 – Conan, o Bárbaro

Olá a todos, aqui estamos para alegrar mais uma cinzenta segunda-feira. Opa, dissemos cinzenta? Exato, especialmente para os cimérios, que acreditavam que a vida era nada mais que um ciclo de lutas incessantes e que um homem só se provava homem no campo de batalha. E após sua morte ele “viveria” para sempre em uma amarga terra cinzenta, cheia de brumas, vagando até o final dos tempos.

Essa visão que o povo cimério tinha do pós-vida não era oficial, é verdade, pois jamais foi mencionada por Robert Howard (o criador do bárbaro) ou seus principais escritores, porém traduz com precisão a angústia que cercava esse povo, cuja vida era dor, e a morte não trazia esperança de uma existência melhor. O culto a um deus que não se importa com seus adoradores e achava que o homem devia ser inflexível, brutal, inexorável… O contato com uma natureza extrema, que expõe os seres humanos a condições adversativas, gerando indivíduos duros; lobos sob peles humanas.

É desse povo que vem um dos personagens mais fascinantes de todos os tempos, o bárbaro Conan. Nascido na literatura na década de 1930, o cimério foi o principal marco do surgimento de um gênero que hoje se destaca como um dos mais fortes em qualquer mídia: Espada & Feitiçaria.

Sem Conan não haveria Dungeon & Dragons, Game of Thrones, Elric e, garantem alguns especialistas, nem mesmo O Senhor dos Anéis, ainda que a obra de Howard e Tolkien estivessem separadas por continentes de distância. Preciosismos à parte, este é nosso programa homenageando esta criação especialíssima, lembrando que aqui no Brasil você pode assistir o filme na rede Moviecom e comprar o livro Conan: o Bárbaro (Generale) aqui. E, caso queira saber tudo sobre o personagem, não se esqueça de adquirir o livro Quadrinhos no Cinema, da equipe do Pipoca.

Grande abraço a todos e até a semana que vem.

RESULTADO DA PROMOÇÃO DO PODCAST 42 – ENTREVISTA COM LOURENÇO MUTARELLI

Quem ouviu nosso podcast anterior sabia que o Pipoca e Nanquim, em parceria com a editora Quadrinhos na Cia., estava sorteando dois pôsteres do filme Natimorto, autografados pelo próprio Lourenço Mutarelli (autor da obra que inspirou a película e protagonista do mesmo). Bastava enviar por e-mail ou deixar nos comentários quais as suas obras preferidas do escritor, e os vencedores foram: Marcos NeufertMatheus Costa. Parabéns aos dois, entrem agora mesmo em contato conosco passando o endereço para enviarmos essa preciosidade, seus sortudos!

ERRATA

O videocast e a promoção que vai sortear dois livros Conan: o Bárbaro, da editora Generale, mencionados nesse podcast, vão ao ar na próxima sexta-feira, não estrearam na sexta passada como dissemos, por problemas técnicos na gravação do programa. Aguardem!

Músicas

Bloco 01
Trouble On Double TimeFree
I Know Why The Sun Don’t ShineFrankie Miller & Paul Kossoff

Bloco 02
The Stroke – Billy Squier
Candy – Iggy Pop & Kate Pierson

Bloco 03
Anything GoesAC/DC
Do You Love MeKiss

Bloco 04
King Of The DogsIggy Pop
When I’m Sixty-Four The Beatles


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Reproduzir

Conan: o Bárbaro – Novo Livro Em Primeiríssima Mão

Essa é para fã nenhum colocar defeito.

Aproveitando a chegada do próximo filme do cimério, a Editora Generale (a mesma de Quadrinhos no Cinema e Apocalipse Zumbi), em parceria com a Califórnia Filmes, lança pela primeira vez no Brasil todos os contos de Conan escritos por Robert E. Howard que ainda permaneciam inéditos.

Em uma edição para lá de primorosa, com direito a um encarte de fotos coloridas do filme, os fãs brasileiros poderão conferir tudo o que ainda não havia sido lançado do bárbaro escrito pelas mãos de seu criador. O volume contém as histórias A HORA DO DRAGÃO (único romance escrito por Howard), OS PROFETAS DO CÍRCULO NEGRO, AS NEGRAS NOITES DE ZAMBOULA e ALÉM DO RIO NEGRO. É uma oportunidade única para conferir por que Robert Howard é considerado um gênio da literatura e inspirou desde Tolkien e Lewis até caras como George R. R. Martin.

Traduzido por Alexandre Callari do Pipoca e Nanquim, o livro ainda conta com um prefácio inédito à edição brasileira escrita pelo mestre Roy Thomas, no qual ele relembra todo o processo que foi adaptar o romance A Hora do Dragão para os quadrinhos. Fora isso, o site do livro trará uma quantidade enorme de conteúdo exclusivo, incluindo outros dois contos, AS JOIAS DE GWAHLUR e A SOMBRA DO ABUTRE (única história que Howard escreveu da guerreira Sonja).

Quebre o cofrinho que este aqui merece estar na prateleira de todo conan-maníaco. Em breve nas principais livrarias.

Vermes da Terra: Uma Obra Prima da Arte Sequencial

Vermes da Terra é um conto de Robert E. Howard (criador do Conan) e protagonizado por Bran Mak Morn, o último rei dos pictos.

Assim como fez com diversos povos em suas histórias (incluindo os cimérios), Howard criou a sua própria versão romantizada do povo picto e o incluiu na mitologia do universo que desenvolvera. A trama é relativamente simples; após testemunhar a crucificação de um amigo pelos romanos, Mak Morn jura vingança contra o mandante da execução, o governador romano Titus Sulla. Para levar sua empreita a cabo, ele busca auxílio nas forças das trevas e contata os Vermes da Terra, na verdade uma raça de criaturas outrora humanas, que seu próprio povo havia banido para as profundezas séculos atrás.

O estilo brutal de Howard está aqui em sua melhor forma, criando um misto de aventura épica no melhor estilo espada e feitiçaria (gênero que ele próprio criou), com conto de terror. A história foi publicada pela primeira vez em novembro de 1932, na revista Weird Tales e hoje é considerada uma das grandes obras primas do escritor.

Na década de 70, seguindo de perto o sucesso de Conan, a Marvel começou a adaptar outros personagens bárbaros criados pelo escritor para suas revistas. Vermes da Terra foi lançada em duas partes, em The Savage Sword of Conan #16 e #17 (no Brasil A Espada Selvagem de Conan #27 e #28. Escrita por Roy Thomas e desenhada por Tim Conrad e Barry Smith, a história foi rapidamente aclamada por público e crítica.

Do inusitado personagem central que em nada corresponde ao estereótipo de herói, à forte temática (um conto de vingança no qual Bran Mak Morn faz um pacto com seres das trevas para obter sua vingança), tudo nesta aventura funciona, o que faz dela um dos grandes momentos da publicação de HQ dos anos 70.

Uma curiosidade é que Howard concebeu as histórias do picto criando um link entre seu universo e o de outro grande escritor contemporâneo (e amigo seu), H. P. Lovecraft, criador do Necronomicon (o livro de sangue) e os mitos de Cthulhu. O nome do deus marinho Dagon, por exemplo, é citado na aventura.

O conto Vermes da Terra jamais foi publicado no Brasil, assim como a maior parte dos escritos de Howard – o que é um crime, pois trata-se de um dos grandes nomes da Literatura Norte-Americana e cujos trabalhos, inclusive, já encontram-se em domínio público.