Tudo sobre O REI LEÃO, da Disney | Sessão Pipoca #12

Dia 19 de julho de 2019 estreia o live action O Rei Leão (The Lion King), baseado em um dos maiores clássicos da Walt Disney. O novo filme será dirigido por Jon Favreu (Homem de Ferro, Mogli: O Menino Lobo) e conta com grande elenco: Donald Glover (Simba), Beyoncé Knowles-Carter (Nala), James Earl Jones (Mufasa), Chietew Ejiofor (Scar), Alfree Woodard (Sarabi), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e John Oliver (Zazu).

Então, nada melhor do que relembrar do começo de tudo, o longa-metragem de 1994 (dirigido por Roger Allers e Rob Minkoff), que fez parte da nossa infância.

Daniel Lopes e Bruno Zago conversam sobre sua relação com o filme, elencam os melhores momentos, levantam alguns pontos negativos, comentam a relação com Hamlet, de Shakespeare, e o polêmico caso de plágio do Kimba, de Osamu Tezuka… Ah, claro, também se emocionam (obviamente) com as músicas de Elton John e Tim Rice que, juntos com Hans Zimmer, compuseram uma das melhores trilhas sonoras da história do cinema.

Hakuna Matata!

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O mercado de animes e mangás e sua influência no Brasil e no mundo

Esse artigo foi originalmente publicado na revista digital SuperMag #01, que você pode baixar gratuitamente clicando aqui. Aproveite também para ouvir nosso podcast sobre o mesmo assunto: O poder dos quadrinhos japoneses.

Após a virada do milênio, os mangás conquistaram a atenção de uma boa parcela do público jovem brasileiro, posicionando-se como uma mídia de grande influência cultural. Mas, antes de falarmos sobre esse assunto, cabe voltar um pouco no tempo e recorrer à explicação de como o Japão se destacou culturalmente perante os demais países.

O Japão evoluiu de consumidor a exportador de influência cultural após o término dos conflitos da Segunda Grande Guerra, processo cujo início se deu com a comercialização de diversos produtos, como brinquedos, aparelhos eletrônicos e automóveis. A expansão tecnológica ocorrida no arquipélago nesse período contribuiu para a elevação do país ao posto de segunda maior economia mundial, na década de 1980, quando se consagrou como a única nação pós-guerra a romper com a hegemonia dos EUA na exportação de cultura. Os japoneses são um povo inspirador por conseguirem erguer um país industrializado e desenvolvido sem abrir mão de sua herança cultural. Suas tradições, sua história, culinária, filosofia, tecnologia, moda e todo tipo de produtos midiáticos hoje são conhecidos, cultuados e consumidos em todo o território ocidental.

Entre as artes-marciais, o budismo, o bonsai e o sushi, duas formas de arte que caminham de mãos dadas se destacam como principais divulgadoras da cultura nipônica no mundo: os mangás e os animes! Tudo começou em 1963, quando o mestre Osamu Tezuka fundou a indústria das animações no Japão ao levar para as telas uma de suas maiores criações nos quadrinhos: o menino androide Astroboy. O personagem estrelou a primeira série animada da TV japonesa com trama continuada e personagens recorrentes, e seu sucesso permitiu que fosse vendida para ser exibida na terra do Tio Sam. Depois disso, a produção de desenhos animados não parou mais e os mangás continuaram a ser adaptados, fazendo dessa dupla o maior ramo da indústria do entretenimento no Japão, movimentando uma receita bilionária e trabalhando com números extraordinários.

O mestre Osamu Tezuka.

Estima-se que os mangás representam por volta de 40% do material impresso no Japão. Lá, todas as pessoas têm o habito de ler essas publicações, que são comercializadas em uma extensa variedade de formatos e com segmentos para todo o tipo de público, da criança até o idoso. Tal costume é facilmente compreensível; os mangás são um entretenimento relativamente barato e muito prático de ser consumido, ideal para uma sociedade com tão pouco tempo livre para o lazer e que nutre grande paixão pela leitura (resultado do alto capital injetado na área da educação). Com milhões e milhões de exemplares vendidos mundialmente, é inquestionável a liderança dos japoneses no mercado de histórias em quadrinhos, superando até mesmo a indústria norte-americana de super-heróis.

Com os animes, os números são ainda mais exorbitantes. Os cerca de 400 estúdios existentes por lá produzem mais de dois mil episódios por ano, gerando bilhões de dólares com a transmissão dentro e fora do país, exportando séries para todos os continentes. Os animes fazem pela cultura do Japão o mesmo que Hollywood faz pela dos EUA.

O curioso é que as animações perdem para os mangás em popularidade entre os japoneses, devido aos horários de exibição que nem sempre coincidem com a agenda do espectador e a uma menor variedade de temas por conta do custo elevado da produção, mas internacionalmente elas têm o efeito de alavancar as vendas das histórias impressas. Em praticamente todos os países ocidentais a publicação de mangás encontrou seu “boom” na transmissão de animes.

No Brasil, os primeiros animes chegaram durante a década de 1960, e já nessa época colecionaram fãs. Porém, foi somente nos anos 1990 que eles vieram a se tornar amplamente conhecidos e cultuados pelas crianças e adolescentes, com a exibição de séries consagradas como Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z e Pokémon, que com seus altos índices de audiência chamaram a atenção das emissoras e desencadearam um boom de desenhos japoneses e produtos derivados, que perdura até a atualidade e está longe de acabar.

Como era de se prever, não tardou para que o sucesso dos animes por aqui se estendesse aos mangás. Esses quadrinhos encontraram seu auge no Brasil pouco mais de uma década após o primeiro deles ser publicado de forma tímida, em 1988 (o Lobo Solitário, pela Cedibra). No início dos anos 2000, as editoras apostavam em obras que já detinham respaldo entre o público graças a uma série homônima de televisão, mas logo o mercado pôde abranger títulos que não possuíam relações prévias com os leitores, resultado da paixão pelos mangás que com o tempo se instaurou entre os brasileiros, principalmente entre os jovens.

O consumidor infanto-juvenil ainda hoje é o grande alvo das editoras nacionais, consequentemente, a quantidade de títulos com histórias de apelo entre os integrantes dessa faixa etária é bem mais ampla em nossas bancas. O Brasil deve centenas de milhares de novos leitores aos animes e mangás. Não se pode subestimar o poder que essas mídias apresentam nesse quesito. Se para o país isso é bom, para a cultura japonesa dentro do país é ainda melhor. O interesse de muitos jovens em estudar o idioma japonês, praticar alguma arte-marcial, provar da culinária oriental ou até mesmo de ser adepto do budismo, se originou no contato com os mangás. Geralmente, essas pessoas evoluem de apreciadoras dos quadrinhos e animações do Japão, para apreciadoras dos costumes e da cultura pop japonesa em geral.

Outros dois benefícios dos mangás e animes para os brasileiros ainda podem ser listados. Primeiro, eles são a principal expressão artística a garantir que a influência cultural norte-americana não seja predominante. Hoje, a terra do sol nascente tem mais bagagem intelectual no Brasil do que os países europeus com seu cinema e sua literatura – mas todos são igualmente importantes para manter a variedade de referências. Segundo, suas páginas monocromáticas e dinâmica novelística exalam uma forte inspiração que é absorvida pelos nossos próprios artistas. Como exemplos, temos centenas de jovens produzindo seus próprios fanzines para serem expostos ou vendidos em eventos voltados a esse nicho, e até mesmo o Estúdio Mauricio de Sousa mantém um bem sucedido título regular inspirado no traço japonês, o Turma da Mônica Jovem. E isso não é de hoje, já nos anos 1960 autores brasileiros com descendência oriental, como Claudio Seto, se utilizavam da estética gráfica e narrativa dos mangás em seus trabalhos em diversas revistas e livros. Impossível não lembrar também de Holy Avenger, de Marcelo Cassaro e Erica Awano, o primeiro mangá seriado de sucesso produzido por brasileiros. Aos poucos, os animes e mangás são cada vez mais assimilados pela cultura pop nacional.

Também existe outro efeito curioso que os animes e mangás geram sobre seus fãs, um que não tem como ser contabilizado por nenhuma estatística: a influência na moral e na ética do jovem. Seja nos mangás ou nos animes (e nesse estão enquadrados as séries televisivas e os longas-metragens), a maioria das histórias infanto-juvenis transmitem mensagens repletas de bons valores, como amizade, união, perseverança, igualdade e a busca por um sonho. Mesmo aqueles com cenas de violência preocupam-se em resultar nesses aprendizados. Basta acessar um dos vários fóruns na internet destinados a discussão dessas histórias para perceber que suas mensagens realmente são capazes de moldar para melhor o caráter de uma pessoa, bem como de elevar a sua autoestima. Não há como não reconhecer o bem que essas séries fazem pela educação dos jovens brasileiros.

Enfim, o Japão, por ser um país de tradições fortemente enraizadas e com uma cultura pop altamente consumida por sua própria sociedade, conseguiu se destacar como exportador de influência cultural, pois afinal de contas, como bem disse Cristiane Sato, autora do livro Japop: o poder da cultura pop japonesa, “para ser exportável, o pop precisa primeiro ser sólido em casa”.

Podcast 76 – Mangás, o poder dos quadrinhos japoneses

Olá a todos,

Após um hiato de sei lá quantas semanas, estamos de volta para mais um podcast do Pipoca e Nanquim. Galera, mil perdões pelos atrasos, mas já estamos começando a voltar ao ritmo normal de postagens e vamos tentar não deixar mais a peteca cair.

E para comemorar essa volta, decidimos fazer um programa maior que o normal e sobre um tema que é tremendamente pedido (a galera até diz que nós não gostamos, mas não é verdade): Mangás!

Tudo bem, podemos não ser mega-especialistas no assunto, mas gostamos tanto de ler bons mangás quanto qualquer outro tipo de quadrinho e, por causa disso, damos aqui algumas indicações, mas, acima de tudo, levantamos uma boa discussão sobre a indústria de mangás no Japão, no Brasil e no mundo. Claro, sempre ao som de muita boa música.

E tem promoção rolando, então comentem abaixo e participem.

Tentem identificar todas as trilhas de animes que escolher para esse episódio, vamos ver quem consegue adivinhar TODAS! Grande abraço e até a próxima.

 

COMENTADO NESSE PODCAST

Videocast 64 – Mangás Parte 1
Videocast 65 – Mangás Parte 2
Videocast 75 – Lobo Solitário
Videocast 99 – Hayao Miyazaki
Podcast 32 – Gen, Pés Descalços
Compre seus mangás na COMIX, a loja parceira do Pipoca e Nanquim!
– Compre O Grande Livro dos Mangás (JBC) na COMIX!

LIVROS COMENTADOS

Japop – O Poder da Cultura Pop Japonesa (NSP Hakkosha)
Mangá – O Poder dos Quadrinhos Japoneses (Hedra)
Cultura Pop Japonesa (Hedra)

Músicas

Bloco 01
Summer ’68Pink Floyd
Heart Full of SoulThe Yardbirds

Bloco 02
Radar LoveGolden Earring
Magic ManHeart

Bloco 03
Knocking At Your Back Door (Live)Deep Purple

Bloco 04
You Are My FaceWilco
Trumst DuOomph!

 

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Mauricio de Sousa e Osamu Tezuka juntos! – Fomos ao evento de lançamento

No último dia 28 de fevereiro, um seleto grupo de jornalistas e blogueiros foi convidado a ir até a loja Saraiva do Shopping Center Norte, em São Paulo, para um bate-papo com o maior mestre da história das HQs nacionais, o incomparável Mauricio de Sousa. O motivo? O lançamento da edição #43 da Turma da Mônica Jovem, que traz um crossover entre os personagens de Mauricio com os de outro mestre das HQs, Osamu Tezuka, criador de obras seminais como Astro Boy, A Princesa e o Cavaleiro e Kimba, o Leão Branco.

Como Tezuka já está fora das bancas brasileiras há algum tempo, é cabível dizer que ele é considerado o pai do mangá e sua influência sobre os quadrinhos japoneses (e mundiais) é sentida até hoje. Uma de suas obras-primas, a coleção Buda, foi lançada no Brasil com grande sucesso pela Conrad.

Tezuka e Mauricio estabeleceram uma profunda amizade na década de 1970 que perdurou até a morte do criador japonês, em 1989. Durante esse período, eles fizeram dezenas de planos, sempre com o objetivo de cruzarem suas criações, porém nunca deu certo. Hoje, mais de 2 décadas após a morte de Osamu, o sonho vira realidade. E em grande estilo, já que trata-se da primeira vez que os personagens do grande mestre são produzidos não só fora do Japão, mas também por outro estúdio. É uma vitória para Mauricio, que atesta a força que ele tem hoje no mercado internacional.

No evento, foi exibido um belo vídeo mostrando fotos da amizade entre os dois artistas e, na sequência, uma visita que representantes brasileiros fizeram ao estúdio de Tezuka. Bastante saudosista, o vídeo louvava o gênio criativo do japonês e servia de preâmbulo para apresentá-lo a quem não conhecia seu trabalho dentro da sala, tudo regado a comes e bebes (nada alcoólico, claro).

Depois, Mauricio começou a responder perguntas dos freqüentes, inclusive deste que estava presente. Ele explicou, por exemplo, que o crossover foi lançado dentro da série Turma da Mônica Jovem por causa da necessidade de lançá-lo com velocidade e urgência, respeitando os prazos estabelecidos com a parceira japonesa. Nada impede, contudo, que a história (dividida em 2 partes) seja posteriormente compilada em um encadernado. E, acima de tudo, se o projeto for bem sucedido em termos financeiros e agradar a ambas as partes, nada impede que ele receba continuidade.

Mauricio fez grandes anúncios. Por exemplo, mencionou que quase tudo já estava fechado para seu contrato com o jogador Neymar para transformá-lo em personagem e que, com a proximidade da Copa de Mundo, seu sonho era poder colocá-lo ao lado do já consagrado Ronaldinho e também trazer de volta o primeiro sucesso do gênero de seu estúdio, Pelezinho, baseado no maior jogador de todos os tempos. Apesar dos entraves que cercam a empreitada, Mauricio segue firme.

Ele contou que tem um projeto educacional junto ao governo chinês por meio do qual mais de 200 milhões de crianças são alfabetizadas. Um número de respeito! Segundo ele, o Itamarati tem sido vital no auxílio de todas as suas grandes incursões internacionais, porém ele encontra certa dificuldade em fazer o mesmo em nosso próprio país. Suas exatas palavras, em dado momento, foram: “Eu tenho tentado fazer um projeto parecido no Brasil, mas está difícil. Mas tudo bem, enquanto não dá certo, eu sigo alfabetizando as crianças da forma como tenho feito todos esses anos, informalmente”.

E ele está certo. Naquela sala, havia 5 gerações de pessoas que cresceram alfabetizadas pelos quadrinhos da Turma da Mônica! Presente no evento, estava um dos braços direitos de Mauricio, grande amigo do Pipoca e dos quadrinhos nacionais de forma geral, Sidney Gusman. Ambos destacaram a notícia de que a previsão este ano é que a Mauricio de Sousa Produções disponibilize 100 livros no mercado até o final do ano. Se isso não é alfabetizar, não sabemos o que é!

Em um momento muito comovente, Mauricio foi perguntado qual havia sido, de todas as fases de sua carreira longeva, a melhor, a mais marcante. Sua resposta foi seminal: “Hoje. Sem dúvida, é sempre o hoje! Eu não posso mexer no que já foi, mas posso viver o hoje e planejar o amanhã! Dentro de minha filosofia de vida, é o que faço!”. Uma lição de vida, que me fez refletir naquele momento.

Ele também discorreu bastante sobre a revista em si, que já está nas bancas e que breve será sorteada para você, leitor, aqui no Pipoca e Nanquim, tirou fotos com todos os blogueiros presentes (alguns bastante jovens, com 10 ou 12 anos) e falou a certa altura: “Daqui a 500 anos, quando as pessoas forem estudar nossa época, para saber a forma com que se pensava, falava e agia, os assuntos em voga, as preocupações sociais e culturais, as correntes políticas em voga, o estudo dos quadrinhos será tão ou mais importante que a própria literatura”.

Um mestre em plena atividade!

E aguardem, em breve aqui no Pipoca e Nanquim um programa especial sobre Mauricio de Sousa, com sorteio de algumas edições desse belíssimo especial!

Fotos retiradas do endereço http://www.saraivaconteudo.com.br/Blogs/Post/44347.

Videocast 49 – Religião

Se na semana passada o assunto foi o Inferno, hoje fomos até o outro extremo e falamos de obras de Religião! Mas não nos focamos em uma única religião, diversificamos o assunto e falamos de várias crenças, como cristianismo e budismo, sem qualquer tipo de apologia.

Parece chato, mas não é, tem muito material bom com o tema. Em filmes, vocês têm que assistir o clássico Ben-Hur, O Pequeno Buda e a comédia A Vida de Brian (risada do começo ao fim, genial!). Mas foi nos quadrinhos que nos concentramos mais dessa vez. Pra quem curte histórias de conspiração envolvendo cultos e sociedades secretas, estilo Código da Vinci, não pode deixar de ler Rex Mundi e Revelações, da Devir! Falamos das obras-primas do underground Robert Crumb e do japonês Osamu Tezuka, Gênesis e Buda, ambos da Conrad. E muito mais coisa boa, como o nacional Yeshuah e as antigas histórias do Espectro pela Ebal. Esse programa pode te surpreender com tanta coisa legal sobre um assunto delicado como esse.

Ainda nesse programa, bem no finalzinho, após os créditos, uma noticia bombástica para quem curte literatura e curte o Pipoca e Nanquim. Fiquem após os créditos, não vão se arrepender. Sério.