MINDHUNTER e outros 3 bons livros da Intrínseca | Pipoca e Nanquim #270

No vídeo de hoje, três indicações de livros da Editora Intrínseca (e, de lambuja, uma dica de história em quadrinhos).

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Comentamos o bestseller MINDHUNTER (recém adaptado por David Fincher para uma série da Netflix), a história verídica do primeiro caçador de serial killers americano; a ficção MATÉRIA ESCURA, de Blake Crouch; a A GUERRA DOS CONSOLES, que narra o embate entre a Sega e a Nintendo nos anos 80 e 90, que contribuiu para a gênese da indústria dos vídeo games como conhecemos hoje; para completar, indicamos a excelente série em quadrinhos ÁRABE DO FUTURO.

LIVROS:

SINOPSE MINDHUNTER:

Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.

Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.

Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher.

SINOPSE ÁRABE DO FUTURO:

Nascido na França em 1978, filho de pai sírio e mãe bretã, Riad Sattouf viveu uma infância peculiar. Ele tinha apenas três anos quando o pai recebeu um convite para lecionar em uma universidade da Líbia. Em Trípoli, o menino entrou em contato com uma cultura completamente distinta e precisou superar o estranhamento diante de novos costumes — experiência que se repetiria pouco depois na Síria, quando o pai foi trabalhar lá.

O árabe do futuro é um relato literário pleno em forma de graphic novel: com traço simples e narrativa fluida e descontraída, Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural.

 

SINOPSE MATÉRIA ESCURA:

”VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?”

Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca. Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”

Com ritmo veloz e muita ação, Matéria Escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.

 

SINOPSE A GUERRA DOS CONSOLES:

O intenso combate entre Sega e Nintendo nos anos 1990 revelou o melhor e o pior de cada uma e mudou para sempre o mundo do entretenimento, fazendo nascer uma indústria mundial de 60 bilhões de dólares.

Tendo como base mais de duzentas entrevistas com antigos funcionários de ambas as empresas, Blake J. Harris revela os guerreiros, as estratégias e os diversos fronts de batalha da grande guerra entre esses colossos do entretenimento eletrônico. Passando por momentos-chave da história dos video games — como a criação do Sonic, os lançamentos dos consoles Mega Drive e Super Nintendo e a chegada do jogo Donkey Kong Country às lojas Harris retrata essa indústria de maneira inédita e recria com propriedade a energia e o sentimento de todos os nomes importantes da Sega e da Nintendo.

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Podcast 06 – Adaptações de Games

Fala ai, moçada! Todo mundo firme na moleza?

Hoje nosso podcast irá tratar sobre as adaptações de jogos de videogame para as telas do cinema! Já vou logo avisando que saiu muita risada e pouquíssimas boas indicações, pura e simplesmente por que não é uma boa idéia adaptar jogos para filmes! Ou você não acha!?!

Round 1. Fight!

Super Mario Bros. – Cláááássico!

Double Dragon;

• O primeiro filme do Mortal Kombat;

• A trilha sonora de Mortal Kombat;

• Campanha “elevem o nível do filme do Mortal Kombat”.

Músicas:
Some Kind of WonderfulGrand Funk Railroad
All Day and All of the Night The Kinks

 

Round 2.

• O antigo filme do Street Fighter com Jean Claude Van Damme;

Street Fighter – A Lenda de Chun-Li;

Tomb Raider – Jogo e filme para nerds tarados?;

• Você conhece o jogo do Kevin Bacon?

• As adaptações de Resident Evil;

Silent Hill;

Músicas:
Sweet home Chicago Blues Brothers
The Idol W.A.S.P.

Round 3.

Max Payne, a diversão do game é a ruína do filme;

Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo;

Doom, o Filme;

• O primeiro filme do Final Fantasy;

• Alexandre defende Alec Baldwin com unhas e dentes.

• Os projetos para as adaptações dos games de Atari (ERRATA: Quando se fala em River Raid se quer dizer Space Invaders!! Desculpa!)

Músicas:
Tick Tick Boom The Hives
Cold Hard Bitch Jet

Round 4.

Como seriam os filmes de Pitfall e Donkey Kong?

O diretor que mais ferrou com as adaptações de games: Uwe Boll:

Cinco adaptações péssimas!!

Como consegue financiamento?

Desafiando críticos para a porrada!

Blubberella, o novo filme de Uwe Boll, confira o trailer;

Músicas:
Slow Ride – Foghat
Do It Again – The Kinks

Fatality!!

É isso aí, o primeiro player está com os blocos musicais (aconselhamos) e o segundo apenas com o bate-papo.

Nós ajudem a espalhar o Pipoca e Nanquim mundo a fora e comentem, pois só assim sabemos o que estão achando dessas bagaceiras!!

Tempo de duração: 64 min.

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Scott Pilgrim Contra o Mundo – O Filme mais divertido do ano

Em praticamente todos os sites/blogs de entretenimento que se preze estão surgindo críticas (sempre positivas!) a respeito desse filme, por isso o que vou falar aqui não é nenhuma novidade, mas não podia deixar passar o momento e quem sabe lhes instigar ainda mais a assistir o filme MAIS divertido do ano!

Antes de o filme em si começar já temos uma referencia ao mundo dos videogames, quando o símbolo da Universal surge em gráficos e música remetendo aos clássicos videogames 8 bits (Nintendinho e MasterSystem lembram?).

A história é a mesma que vemos nos quadrinhos de Bryan Lee O´Malley, Scott Pilgrim (Michael Cera) é um adolescente que gosta de quadrinhos e jogar videogame, é baixista de uma banda de indie-rock, ainda pensa no último namoro fracassado e mora em Toronto, Canadá. No começo da história ele se envolve com Knives Chau, uma garota colegial mais nova que ele e ainda muito inexperiente, mas esse namorico só dura até Scott encontrar a garota dos seus sonhos, literalmente, Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead), mas para poder namorar a garota de cabelos coloridos, Scott Pilgrim terá que derrotar os sete super ex-namorados, em batalhas que lembram aqueles deliciosos jogos de luta, Street Fighter, Mortal Kombat e tal, e cada um desses “chefões” enfrentados representa uma fase vencida no console da vida do protagonista, que assim como o Mario, recebe moedas como bônus por superá-las e continuar na luta por sua Peach.

O filme dirigido por Edgar Wright (é meus amigos, o mesmo diretor de Todo Mundo Quase Morto – o melhor filme de comédia sobre zumbis – e Chumbo Grosso – Excelente!) é muito fiel aos quadrinhos, a escolha dos atores foi extremamente acertada, eles são muito parecidos e interpretam com o mesmo temperamento de seus respectivos desenhados a nanquim, Wright utiliza uma edição extremamente ágil, cortes temporais drásticos, onomatopéias pra tudo quanto é lado, a fotografia é excepcional e contribui para o climão de uma história em quadrinhos, quando as cenas externas remetem ao preto e branco nas ruas nevadas e extremamente coloridas nos ambientes internos e roupa dos personagens. Além de todos esses aspectos técnicos primorosos é muito bacana conferir a trilha sonora da película, onde as letras das músicas da HQ foram executadas pela banda Metric e transformadas em canções empolgantes e tomam vida ao vermos os acordes literalmente reverberando dos altos falantes e a notas pulandos dos instrumentos. (Ah ainda rola T. Rex e Rolling Stones!)

Assim como um dos maiores prazeres na leitura dessa HQ são as referencias à cultura pop em geral, o filme também não deixa isso para trás e explora muitas delas de maneira fabulosa, desde camisetas usadas pelo protagonista e diálogos sobre videogame até homenagens ao cinema Bollywood, o contra-baixo extremamente característico de Seinfeld e sua seqüência ao melhor estilo sitcom, sem contar as participações de alguns atores já conhecidos por filmes de super-heróis, Chris Evans (Tocha Humana e Capitão América) e Brandon Routh (Superman), esse faz o papel de um ex-namorado que possui superpoderes devido sua dieta vegan – engraçadíssima essa batalha.

Enfim, Scott Pilgrim (quadrinho e filme) é uma baita homenagem e fruto da cultura pop, que mostra conflitos adolescentes de uma maneira extremamente original e contagiante, que agrada quem gosta de quadrinhos, games, cinema e música, e é com um imenso prazer que escrevo esse meu primeiro post aqui no site do Pipoca e Nanquim, pois Scott Pilgrim celebra tudo o que abordaremos por aqui.

Em tempo: Infelizmente o filme foi lançado somente nos cinemas de São Paulo e em poucas salas, a decisão foi da Paramount Pictures devido ao fraco desempenho do filme nas bilheterias americanas, uma pena.

Em tempo (2): A Cia das Letras, editora que está publicando os quadrinhos aqui no Brasil, podia ter terminado a saga antes do filme estrear, ainda falta mais um número da série, que englobará as partes 5 e 6 da história original. Mas só dela estar trazendo a obra para nossas terras já merece uma salva de palmas, pois as edições estão bacanas e com ótima tradução de Érico Assis.