Sucker Punch: Mundo Surreal – Crítica

Vai ser difícil comentar sobre esse filme. Eu estava muito, mas muito empolgado para assistir Sucker Punch! Primeiro porque eu sou muito fã do Zack Snyder, gostei de todos os seus trabalhos até hoje. Em minha opinião, Madrugada dos Mortos é um dos melhores filmes de zumbis que já foi feito, 300 é uma adaptação que supera a obra original e Watchmen ninguém teria feito melhor do que ele. Pronto, falei! Caso discordar de tudo isso comente lá embaixo, faça uso da democracia. Mas continuando. Em segundo lugar, porque os trailers mostravam cenas nerds massa pra caramba! Putz, simplesmente eu via uma reunião de tudo que existe de mais legal na cultura pop em um único longa-metragem! Isso me empolgou demais.

Então eu fui assistir! Liguei pro Moviecom aqui de Araraquara pra reservar meu ingresso (não ganho salário pelo programa, mas pelo menos entro de graça no cineminha), busquei minha namorada, comprei meu Doritos e a Schweppes Citrus, esperei um pouco na fila, sentei no meu local preferido, bem no centro da sala, enfim, tudo perfeito para conferir aquele que, na minha expectativa, seria um dos filmes que certamente mais me divertiria em 2011!

Ledo engano.

Não que seja ruim, mas não chegou nem perto daquilo que eu esperava. E sabe, é frustrante admitir que um filme pelo qual eu torci tanto pra que ficasse excelente, tenha se saído aquém das expectativas. É o mesmo sentimento que tenho pelo Green Lantern e pelo Conan: estou torcendo tanto por esses filmes, mas tanto, que se eles me desapontarem o efeito será devastador em minha mente de fã.

Sucker Punch é legal, mas podia ser bem melhor! Ficou claro que o roteiro foi inteiro elaborado para servir de pretexto para Snyder filmar tudo aquilo que mais gosta. Todo fã de cinema e quadrinhos adoraria ter a chance de trabalhar com uma história dessas! No meu caso, a identidade com o filme foi ainda maior, pois todos os elementos que ele escolheu inserir na trama são do meu gosto.

A armadura robô com aquele coelho rosa estampado na frente ficou muito legal; eu adoro personagens que lutam com espada e revolver; curto muito o design de zepelins e aviões da segunda guerra; os nazistas feitos de gás foi uma sacada steampunk; o dragão, os orcs e o castelo medieval lembraram minhas partidas de RPG de antigamente; o combate dentro do trem veio no exato momento em que pensei “bem que podia ter um combate dentro de um trem”; os samurais com metralhadoras, os soldados zumbis, as lutas que independem das leis da física, chão quebrando embaixo dos pés, tudo muito foda!! Só faltou emoção…

Deixe-me explicar um pouco melhor o negócio. No começo do filme duas meninas perdem a mãe e ficam com o padrasto. O sujeito é um canalha que só quer ficar com a herança das órfãs e está disposto a fazer qualquer coisa para conseguir isso. Quando a irmã mais velha presencia o crápula batendo na caçula, ela não aguenta e pega um revolver em uma gaveta. Ao efetuar disparo, infelizmente a bala acaba por acertar sua irmã, que não resiste ao ferimento e morre. Com isso, o homem conseguiu o que almejava: um pretexto para se livrar da única herdeira viva, que acaba internada em um hospital para doentes mentais.

Como válvula de escape para seu sofrimento, a garota, chamada Baby Doll, cria um cenário novo em sua cabeça e passa a agir como se estivesse vivendo nele. Invés de um terrível manicômio, ela está em um bordel onde é obrigada a dançar e atender clientes. No lugar de médicos e psiquiatras, ela vê seu terrível patrão e seguranças. Seu convívio é com meninas dançarinas e não com as demais pacientes, etc. As coisas acontecem de verdade, mas são mostradas pela perspectiva da fantasia da protagonista.  Seu objetivo não poderia ser outro se não a fuga do “bordel”, proeza que vai tentar realizar junto com mais quatro garotas.

Cada uma das cinco etapas do plano das meninas envolve empregar o talento de Baby Doll como dançarina, para distrair algumas pessoas enquanto as demais agem com presteza. Para a protagonista, essas sequências se desenrolam em cenários fantásticos. Uma sacada de gênio do Zack Snyder para inserir suas cenas de ação malucas. Por exemplo, a simples missão de copiar um mapa que está na sala do chefe é vista como a invasão de um quartel general nazista, bem no meio de uma guerra.

Entretanto, seu maior acerto é também sua maior ruína. Da primeira vez que somos transportados para um desses mundos diferentes, ainda não sabemos com certeza porque aquilo está acontecendo. É uma grata surpresa descobrir que aquela cena maravilhosa, cheia de efeitos especiais bem empregados, trata-se na verdade da representação da coreografia de Baby Doll. Não podia ser mais criativo. O problema é que o recurso logo fica enjoativo. É sempre a mesma coisa: a garota dança e vemos uma cena de ação. Quando chega a terceira dança, todo mundo já está cansado da mesmice.

Faltou dinamismo na abertura desses trechos surreais. A imersão na mente da personagem poderia acontecer de várias formas alternativas, e não sempre através de sua performance musical.

Além disso, se por um lado podemos ver as belíssimas atrizes atuarem como guerreiras em cenários cada vez mais ricos em criatividade e beleza, por outro, o roteiro dessas cenas é sempre o mesmo: eliminar todos os inimigos pelo caminho e pegar um item no final. É simplesmente isso, sem qualquer profundidade ou emoção.

Poxa vida, se lembram de Toy Story 3, quando os brinquedos vão escapar da creche? O plano deles exigiu trabalho em equipe, se desenrolou em diversas etapas interligadas, uma dependente da outra, com dois ou mais núcleos de ação, tendo inclusive que arcar com imprevistos, o que manteve o público preso na cadeira torcendo por cada movimento daquele jogo de xadrez. Faltou isso em Sucker Punch! Não havia razões para cruzar os dedos e franzir o cenho, o tempo inteiro é evidente que elas vão ganhar sem qualquer complicação, já que todos os seus movimentos de combate são perfeitos. Ora, já que Snyder quis sustentar o filme nesses atos, que concebesse a eles um pouco mais de vida (a única exceção foi o desfecho).

Outro detalhe que me incomodou foi a costumeira câmera lenta do diretor. Dessa vez ele abusou demais da técnica. Todo o começo do filme é em câmera lenta! Todo!! São mais de cinco minutos em tempo desacelerado, ao som de uma música que nunca acaba, sem qualquer fala. Parece um videoclipe. Aliás, a produção toda se parece com um clipe gigante, haja vista a quantidade de músicas, danças e câmeras lentas.

Outro ponto negativo é o desenvolvimento das personagens. Das cinco garotas que compõem o grupo, apenas duas meninas, que são irmãs, tem um background explorado e despertam certa empatia no público, as demais só estão lá para completar o elenco de gostosas. A garota principal até que tem sua historinha e personalidade, mas é pouco para a carga dramática que se exige de um protagonista.

Mesmo assim, após tecer esses comentários negativos, não sou capaz de dizer que odiei o filme. Vou até comprar o DVD original quando ele chegar nas Lojas Americanas por 13 pilas. Sucker Punch é descompromissado, divertido, criativo e estiloso. O cara conseguiu entregar algo novo ao reunir todos os clichês do gênero ação, ficção cientifica e fantasia na mesma produção. Nenhum outro filme se compara a esse, nem mesmo Matrix (embora tenha muito da criação dos Wachowski aqui). Ele abriu uma porta. Quem sabe no futuro, outro diretor ou o próprio Snyder não rodem outra história parecida, mas com um desenvolvimento mais elaborado? Eu certamente assistiria.

Antes de encerrar, preciso alertar o leitor homem de uma coisa: há 90% de chance de sua namorada odiar Sucker Punch. Eu ouvi reclamações do começo ao fim: “Que merda, eles querem segurar o público com as atrizes gostosas de roupa curta” ou então “Ah não, lá vem outra dancinha” e “Qual é a graça de dragões e robôs?”. Nem adianta tentar dizer que são meras referências a animes e a diversos gêneros da cultura pop, provavelmente ela não vai gostar mesmo assim.

O Turista – Crítica

Eis um filme que tinha tudo pra der certo. Reuniu dois dos melhores atores de Hollywood para contracenarem juntos pela primeira vez, Angelina Jolie e Johnny Depp, sob direção do alemão Florian Henckel von Donnersmarck, reconhecido pelo premiado filme A Vida dos Outros, de 2006, e com os mesmos roteiristas dos sucessos Assassinato em Gosford Park e Os Suspeitos, além de bons coadjuvantes como Paul Bettany, Timothy Dalton e Steven Berkoff. Tudo pra dar certo, mas não deu.

Na trama, Elise (Angelina Jolie), é a amante de um milionário procurado pela Scotland Yard por sonegação de 700 milhões de libras em impostos. Esse cara, conhecido como Alexander Pearce, está desaparecido no mundo há um ano e passou por uma série de cirurgias plásticas que mudaram completamente seu rosto, sendo então um completo desconhecido por todos. Mas agora ele quer voltar para Elise, mas para isso ela precisa despistar a policia, que pretende usá-la para chegar até seu amado. O plano é fazer todos pensarem que Alexander é outra pessoa, aí que entra o humilde professor de matemática Frank Tupelo (Johnny Depp), o turista do filme, que está de passagem por Veneza. Pra complicar, descobrimos que toda a fortuna do misterioso procurado foi roubada de um mafioso russo, Reginald Shaw (Steven Berkoff), que obviamente quer a grana de volta e vai usar todos os seus recursos para caçar o pobre turista. Como vocês podem ver, o argumento é interessante, uma adaptação de filme francês de 2005, chamado Anthony Zimmer – A Caçada, pena que foi tão mal desenvolvido.

Não que seja um completo fiasco (é quase isso), mas as expectativas levantadas por uma equipe como essa eram muitas, o que aumenta a decepção. Se fossem outros atores em cena e não tivesse a direção de Donnersmarck, a crítica certamente ia pegar mais leve.

Em seu segundo longa metragem, o diretor falhou em dar ao filme sua própria identidade, não soube se decidir entre romance, comédia e ação, não usou sequer um terço do talento que empregou em seu trabalho anterior. A imagem que fica é de que o alemão sucumbiu às vontades dos executivos de Hollywood e precisou fazer uma bagunça, colocando todas as fórmulas testadas dos blockbusters onde elas não cabiam.

O roteiro também não ajuda, é fraquíssimo e feito para ressuscitar clichês de antigos filmes de espionagem: mafiosos com capangas tapados, bailes de gala, o beco escuro, a entrada triunfal, o glamour da cidade européia, etc. Só faltou a perseguição de carros, que foi substituída por barcos já que a história se desenrola em Veneza. Seria até legal se o diretor optasse por zombar sutilmente do gênero, mas não é o que acontece, os clichês não surgem de forma natural, são empurrados goela abaixo do espectador e ainda querem ser levados a sério. Uma das provas disso e a cena do baile, em que Johnny Depp surge do nada e rouba Jolie para uma dança, ao que imediatamente todos abrem espaço para os dois ficarem bem no centro do salão. Vergonha alheia! O roteiro é tão meia boca, que até a reviravolta do final não surpreende ninguém, já da pra antecipar tudo na metade da história.

E falando nos atores principais, eles apenas entregam mais do mesmo. Depp é o herói sem jeito estilo Jack Sparrow e Jolie é a diva misteriosa e perigosa. Além disso, os dois não funcionaram como um casal. No começo é até compreensível que um não esteja a vontade perto do outro, o roteiro permite isso, afinal é tudo uma farsa armada pela personagem de Angelina Jolie – ela precisa fingir que está a fim dele que por sua vez está atordoado por ser abordado de repente por uma mulher tão elegante – só que a falta de sincronia perdura até o final, quando o casal já passou por alguns perrengues e a farsa é posta de lado. Eles simplesmente não conseguem convencer o público de que puderam se apaixonar em poucos dias. O momento que ela diz baixinho “eu te amo”, apenas movendo os lábios, é forçado demais. Novamente: vergonha alheia.

O único elemento impecável do filme é a fotografia. As poucas locações de Veneza que aparecem são belíssimas, tudo muito bem filmado. Os panoramas feitos do alto vão te deixar com vontade de viajar o quanto antes até a cidade italiana dos amantes. A beleza de Angelina Jolie também foi explorada da melhor forma possível, a atriz está mais linda do que nunca, espetacular. Hollywood consegue cada vez mais fazer dela uma das mulheres mais cobiçadas do mundo.

Com um trabalho de equipe tão decepcionante quanto esse, fica claro porque as três indicações ao Globo de Ouro geraram tanta polêmica, surpreendendo até mesmo aos envolvidos. Pra quem busca apenas diversão descompromissada no cinema, os tiroteios, perseguições, piadas bobas aqui e acolá e a beleza de Jolie (ou Depp) até que podem servir.

Podcast 04 – O Senhor dos Anéis

Olá, pessoal!

Não sei se vocês reparam, mas hoje é SEGUNDA (eita dia lazarento!), mas calma, tudo tem seu lado bom, hoje é dia do Podcast Pipoca e Nanquim!

Nesse quarto episódio vamos bater um lero sobre nada mais nada menos que O SENHOR DOS ANÉIS! Para isso convidamos um amigo nosso que manja tudo do tema e releu diversas vezes a obra do velho Tolkien, Renato ‘Doca’ Ramalho. A conversa contou com muitas curiosidades sobre a criação da obra, a fodástica adaptação para o cinema e até a amizade de Tolkien com C.S. Lewis, o criador das Crônicas de Nárnia.

O cardápio está ai:

Bloco 1.

Senhor dos Anéis em linhas gerais;

Tolkien e a criação do mundo de SdA;

Saruman, personificando a industrialização;

A importância para a cultura Pop.

Músicas:
Ramble OnLed Zeppelin
Midnight RiderAllman Brothers Band

Bloco 2.

Dificuldades para a publicação da obra;

Opções editoriais;

Opiniões sobre a adaptação para os cinemas;

Músicas do livro (ler ou não ler?);

Silmarillion  – Um mundo de referência.

Tolkien perfeccionista;

Músicas:
Gethsemane (I Only Want to Say)Ted Neeley
WelcomeSavatage

Bloco 3.
O Hobbit – o filme;

Explicando a vida longa de Aragorn;

Bilbo e Frodo – Uma idéia da mitologia grega

Músicas:
The Likes Of You AgainFlogging Molly
Salty DogFlogging Molly


Bloco 4.

Tolkien e C.S Lewis:

  • Amizade;
  • Influencias e diferenças;
  • Apologia direta ao Cristianismo ou não?;
  • Críticas ao trabalho um do outro.

Publicações após morte de Tolkien.

Músicas:
Tired Angel Moutain
PorchPearl Jam

Adios!

Atendendo aos pedidos, o segundo Player ai embaixo é o Podcast SEM os blocos musicais!!

Tempo de duração com música: 59 minutos

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Podcast 03 – Animações

E ai, rapeize!

Primeiro um aviso importante: A partir de agora nossos PODCASTS irão ao ar às segundas-feiras, para vocês aproveitarem melhor esse fatídico dia, se a escola ou o trabalho foi um saco,  olha só que legal, na segunda tem Podcast do Pipoca! Ai quando a semana estiver acabando, na Sexta tem Videocast!! YEAH!

Agora vamos ao ponto principal.

O terceiro Podcast Pipoca e Nanquim está na área, hoje vamos falar sobre ANIMAÇÕES, mas como não dá pra falar em meia hora de todas as produções animadas do mundo inteiro, focamos principalmente nas produções dos monstruosos estúdios PIXAR e DREAMWORKS, mas também desembestamos no assunto e falamos de algumas outras belas produções, confere ai o menu:

Bloco 1.

PIXAR:

  • Criação da empresa;
  • Steve Jobs;
  • Parceira com a Disney;
  • Dublagem de grandes atores;
  • Toy Story, uma revolução;
  • Outras filmes

Músicas:
Live and Let DiePaul McCartney
Joker and the ThiefWolfmother

Bloco 2.

DREAMWORKS:

  • Shrek;
  • Animações que agradam crianças e adultos;
  • Espanta Tubarões (alguém ai gosta??);
  • Kung Fu Panda – Um dos melhores filmes de artes marciais!

 

Músicas:
Separate WaysJourney
Far, Far AwaySlade

Bloco 3.

Filmes de outras produtoras:

  • O Fantástico Senhor Raposo;
  • Coraline;
  • Akira;
  • Hayao Miyazaki – Viagem de Chiriro, Princesa Mononoke, O Castelo Animado

Músicas:
Do it Again Beach Boys
I´m a Believer The Monkees

Bloco 4.

  • Animações e HQs: Persépolis e Valsa com Bashir.
  • Top 3 animações de cada locutor.

Músicas:
Beck´s BoleroJeff Beck Group
Too Much Is Not EnoughDeep Purple

Tchau, até mais!

Atendendo aos pedidos, o segundo Player ai embaixo é o Podcast SEM os blocos musicais!!

Tempo de duração com música: 56 minutos

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Podcast 02 – Espada e Feitiçaria

Olá, moçada!
Seja bem vindo ao segundo Podcast Pipoca e Nanquim, que tem como tema Espada e Feitiçaria. Vamos bater um papo sobre esse mundo fantástico, repleto de bárbaros, magos, ladrões e criaturas estranhas. Se você já fez algumas dessas atividades abaixo, tenho certeza que vai curtir esse programa:
I) Assistiu ou leu Conan;
II) Jogou RPG (tabuleiro ou virtuais);
III) Assistia Caverna do Dragão;
IV) Quis ser o Gandalf;
V) Matou um Dragão a machadada depois foi encher a cara de hidromel na taverna mais próxima.

Então clica logo no Play lá embaixo e mande seus comentários!

O cardápio é o seguinte:

Bloco 1.
Primórdios: Jasão e os Argonautas e Sinbad.

Década de 80:
Conan;
• Krull;
• A Espada e os Bárbaros;
• Senhor das Feras.

Conan Mania:
Conan, o Bárbaro;
• Conan, o Destruidor;
• Red Sonja: Guerreiros de Fogo
;
• HQs da Marvel;
• Jackie Chan nos filmes do Conan? Quase!

Músicas: Season of the WitchDonovan e Songs From the WoodJethro Tull

Bloco 2.

Dragões:
DragonSlayer: O Dragão e o Feiticeiro;
• Coração de Dragão;
• Como Treinar seu Dragão.

Highlander

Músicas: Never MoreElf e Great Blow for a Day JobSkyclad

Bloco 3.

Quadrinhos:
Arthur: Uma Epopéia Celta;
• Camelot 3000;
• Marada – Mulher Lobo;
• Void Indigo;
• Elric.

Músicas: Made in EnglandElton John e Cats in the CraddleUgly Kid Joe

Bloco 4.

Animação: Fogo e Gelo;
RPG – Influenciado e Influencia;
O 13º Guerreiro;
Beowulf

Músicas: White Innocence Jethro Tull e Anniversary Waltz Part 1Status Quo

Tempo de duração: 1:11:59

Grande Abraço e até semana que vêm.

Em tempo: Aceitamos sugestões, críticas e quadrinhos usados.

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