Gibits 3: Jogos da Mônica para 16 bits

Não é todo mundo que sabe que já saíram três jogos da Mônica para videogames de 16 bits, no caso, Master System e Mega Drive. Quem jogou e lembra, sabe que são maneiríssimos. Mas fora a diversão, tem algumas curiosidades sobre esses jogos que valem muito mencionar.

O primeiro, Mônica no Castelo do Dragão, foi produzido pela Tectoy (é, hoje em dia se escreve junto), empresa de brinquedos que representava a Sega aqui no Brasil (e que fazia um puta trampo, diga-se de passagem). Eles já haviam desenvolvido a Estrelinha Mágica em pareceria com a MSP (que vendeu horrores no ano em que foi lançada) e, mais tarde, resolveram que a Mônica merecia aparecer pixelada. Só que produzir um jogo do zero era inviável no país naquele tempo, então a Tectoy, que já havia trabalhado na tradução do Phantasy Star para o Master System, conseguiu um “hack licenciado” (não é o jogo original, mas uma adaptação autorizada) de Wonder Boy in Monster Land, segundo jogo da franquia Wonder Boy, e transformaram em Mônica no Castelo do Dragão. Os sprites (gráficos/animações de personagens) foram alterados, adaptaram os textos e voilà, Mônica em 16 bits! Não teve nenhum grande bafafá sobre clonagem entre os jogadores porque o Wonder Boy ainda não tinha pintado no Brasil, então, até onde todo mundo sabia, o jogo da Mônica era totalmente novo. De qualquer maneira, se houvesse algum comentário seria fruto de ignorância, pois não se tratava de uma clonagem, e sim, adaptação. Não era uma prática popular na época, mas também não era inédita, a Nintendo havia feito o mesmo adaptando Doki Doki Panic, transformando-o em Mario Bros. 2. No caso da Mônica, é curioso que até dá pra ver que algumas coisas permaneceram em inglês, como o topo da tela durante as fases e os textos nas salas onde a Mônica entra. No original, o personagem principal usava uma espada, que foi substituída pelo Sansão na mão da Mônica. Muito legal.

Mônica no Castelo do Dragão

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Wonder Boy in Monster Land

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A Estrelinha Mágica piscava e emitia sons quando você a colocava na palma da mão

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Apensar de ter a palavra “dragão” no título e o último chefe também ser a criatura mitológica, a imagem da tela de abertura mostra a Mônica encarando o Capitão Feio, vilão dos quadrinhos da Turma, que vive nos esgotos. O manual do jogo também menciona o Capitão, mas ele não aparece em momento algum. Foi muito esquisito na época, mas a Tectoy explica no manual, que conta o enredo da aventura, que o braço direito do Capitão Feio nesta empreitada maligna é o Dragão Cospe Fogo. Parecia meio que desculpa esfarrapada, mas, na verdade, a empresa já tinha uma sequência engatada e a presença do Feio seria corrigida.

Tela de abertura do jogo

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O jogo é bastante difícil, cheio de segredos e itens indispensáveis, sem os quais você não chega até o final. Além disso, a jogabilidade tem alguns problemas, mas nada sério. O jogo era divertidíssimo, agradou muita gente, e estes leves “poréns” não impediam ninguém de alugar o cartucho várias e várias vezes. Além disso, teve uma campanha publicitária bem forte, com propagandas nos gibis e uma coisa ainda mais maneira: uma adaptação da história num gibi da Mônica, chamada Mônica e o Terrível Exército do Capitão Feio, na qual o vilão aparece!

Eis algumas páginas da história

 

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Propaganda do jogo nos gibis da Mônica

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A capa do jogo também mostra o carinho que as empresas tiveram no investimento. Olha que teteia!

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Mas não parou aí. Em 93 a Tectoy lançou uma sequência direta do jogo, chamada Turma da Mônica: O Resgate, também para o Master System. De novo, o jogo foi desenvolvido em cima da franquia Wonder Boy, desta vez, Wonder Boy III: The Dragon´s Trap. Agora, dá pra jogar com outros personagens da turma, o que é pra lá de divertido. Cada um com arma e habilidades próprias, o que diversifica muito a dinâmica da parada. O Chico Bento dá tiros com sua espingarda, o Bidu bate com um osso, sobe paredes e entra em espaços que os demais não conseguem, o Cebolinha usa uma espada e é mais rápido do que os outros debaixo da água, a Magali é a mais forte e usa um rolo de macarrão pra bater nos monstros, e o Anjinho voa e tem uma espada de fogo como arma. Os gráficos estão melhores e os sprites diferenciam muito um personagem do outro. Esse jogo não teve adaptação pra um gibi da Mônica como o anterior, porém, tem uma história no próprio manual que explica o que aconteceu, e isso é muito massa!

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A capa dessa sequência não deixa barato pra primeira, dá um bizu:

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Chico Bento muito legal no jogo

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Mais uma curiosidade: a Tectoy adaptou o Master System Compact, da Sega, e apontou para o público feminino, batizando-o de Master System Girl. O Master System Compact era preto, como o console original, o Girl, rosa. É. Descarado assim. Segregação triste e desnecessária, né? Houve duas versões do sistema: a primeira trazia Mônica no Castelo do Dragão na memória e a segunda Turma da Mônica: O Resgate e o primeiro jogo do Sonic.

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Mais tarde, a Tectoy migrou a adaptação para o Mega Drive, feita em cima do Wonder Boy in Monster World, quarto jogo da franquia. Em A Turma da Mônica na Terra dos Monstros, alguns personagens da turma voltam a aparecer, mas desta vez, nenhum é selecionável. Eles são salvos pela Mônica e a auxiliam, cada um com habilidades específicas. O jogo mantém a pegada aventura/RPG e tem gráficos lindos, provavelmente os melhores dos três. Mais uma vez temos um manual caprichadasso com uma história embutida, explicando o enredo. Se você tem esses materiais ainda, você é um sortudo.

Capa do jogo

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Gráficos maiores e mais definidos neste terceiro jogo

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Não é preciso relativizar a situação da época pra ver que são três jogos muito bons, mas se colocarmos o devido contexto, percebemos que a Tectoy fez um baita trabalho com a MSP no desenvolvimento desses jogos. Houve muita atenção nas alterações dos sprites, souberam localizar muito bem o jogo e criaram manuais e um gibi divertidíssimos. Recomendo todos os jogos pra quem não conhece.

Turma da Mônica Laços vai virar live-action

Anúncio do filme baseado na graphic novel LAÇOS, dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, com os personagens de Mauricio de Sousa, aconteceu dia 4 de dezembro, na CCXP 2015.

O sucesso das graphic novels MSP, linha de quadrinhos para jovens e adultos em que autores nacionais de expressão são convidados a adaptarem os personagens da Turma da Mônica no próprio estilo, vai sair do papel e ir para as telas de cinema. Mauricio de Sousa anunciou hoje (04/12), em sua palestra na Comic Con Experience, em São Paulo, que o filme live-action Turma da Mônica – Laços, baseado na Graphic MSP de mesmo nome dos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, publicado em 2013, será uma parceria da MSP com a Quintal Digital. A produção está em fase de desenvolvimento de roteiro e busca parceiros internacionais para alcançar vários países. A previsão de lançamento é para 2017.

Veja como foi o anúncio durante a CCXP.

 

Sobre a Quintal Digital

A Quintal é focada no mercado de entretenimento para o público infanto-juvenil, e fundada por Charles Miranda, que trabalha com técnicas de animação desde 1989, em produções para os estúdios Disney, Universal, entre outros.

Desde 2015, a produtora agrega os sócios Cassio Pardini e Claudio Cao Quintas, que trazem uma bagagem internacional para a empresa. Em seu currículo, ambos participaram das seguintes produções:

– SHARK, O TUBARÃO AMIGO – 2006 – Brasil – Primeira animação em 3D estéreo no Brasil, exibida no Aquário de São Paulo por 4 anos, tendo atingido uma audiência de mais de 400.000 pessoas.

– TONY MANERO – 2008- Chile/ Brasil- Pré-indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrageiro, Melhor GFilme em Turim, Melhor Filme em Varsóvia, Melhor Filme em Havana.

– GARCIA- 2010 – Colômbia/ Brasil- Melhor Filme em Cartagena, Melhor Atriz em Gramado.

– POST MORTEM – 2010- Chile/ México/Alemanha/Brasil- Melhor Filme em Guadalajara, Melhor Filme em Cartagena, Competição em Veneza.

– FILHOS DA PISTA – 2015- Brasil/México- em finalização- Prêmio Ibermedia, Prêmio Pós-produção Guadalajara.

– ESTEROS – 2015- Argentina/Brasil/França- em finalização- Prêmio Fundaçào Carolina (Madrid), Prêmio Edital Ancine/ INCAA (Brasil e Argentina)

– DA LICENÇA DE CONTAR – 2015- Brasil- curta metragem- Melhor filme da crítica em Gramado, melhor filme Canal Brasil em Gramado, Melhor filme do público em Bilbao/ Espanha.

– QUANDO PAREI DE ME PREOCUPAR COM CANALHAS – 2015- Brasil- curta metragem- Melhor roteiro em Gramado, melhor ator em Gramado.

 

Sobre Mauricio de Sousa

Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir quase três mil itens, com os personagens de Mauricio de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países.

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Ícones dos Quadrinhos – Exposição do FIQ vai virar livro

Cem quadrinistas de todo o mundo ilustram e dão sua visão sobre 100 personagens clássicos dos quadrinhos, essas artes originais serão reunidas e formarão a exposição Ícones dos Quadrinhos, que estará no FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, evento sem fins lucrativos da Fundação Municipal de Cultura da capital mineira, que acontecerá de 13 a 17 de novembro de 2013.

Mauricio de Sousa, Charlie Adlard, Danilo Beyruth, Bill Sienkiewicz, João Montanaro, Mike Deodato, Jeff Lemire, Rafael Albuquerque, Ivan Reis, Ryan Sook, Joe Prado, Gustavo Duarte, Ivan Reis, Mike McKone, Rafael Grampá, Rafael Coutinho, Eduardo Risso, Renato Guedes e Alex Maleev são alguns dos convidados que criaram artes originais para a exposição.

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O criador do projeto é o colecionador, publicitário e curador da exposição Ivan Freitas da Costa, resolveu colocar todas as artes em um livro de 220 páginas, edição bilíngue, acabamento de luxo e capa dura, que trará dados sobre ilustradores, personagens e comentários sobre cada obra.

O livro faz parte de um projeto de crowdfunding (através do Catarse) que precisa arrecadar R$ 34 mil até 20 de agosto para se publicado, por isso conta com a colaboração dos fãs. Além do livro o dinheiro arrecadado também financia a vinda dos artistas norte-americanos Sean Murphy, Dave Johnson e Peter Kuper ao FIQ.

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São várias opções de contribuição com recompensas exclusivas e super bacanas, incluindo artes originais, prints, jantares com o autor e os desenhistas Ivan Reis e Joe Prado, edições autografadas e numeradas do livro que só estarão disponíveis pelo Catarse.

Escolha a que cabe em seu bolso e apoie esse projeto agora!

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Minha Estante #52 – João Marcos

Olá, amigos do PN e colecionadores do Brasil!

Preparados para mais uma edição da sua coluna favorita do seu site predileto?
Então conheça agora a coleção do João Marcos.

Estamos esperando os comentários.

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Olá, João! Muito obrigado por topar participar dessa entrevista.
Para começar nos conte um pouco sobre você, onde nasceu, mora, o que faz na vida profissional?

Um salve a todos que acessam o Pipoca e Nanquim!
Me chamo João Marcos, tenho 25 anos e primeiramente gostaria de agradecer pela oportunidade de poder participar e compartilhar com todos o que eu tenho até o momento.
Atualmente divido meu hobby de colecionador entre HQs, vídeo games e jogos antigos, que é uma paixão sem fronteiras! Tem gente que me chama de “guarda tralhas”, devido as coleções que tenho.
Atualmente, moro em Bragança Paulista, minha terra natal, a capital da linguiça (fama estranha, até certo ponto, enfim…).
Sou formado como tecnólogo em gastronomia, porém, atualmente estudo Relações Internacionais e, estou começando uma pós em Direito Internacional e faço alguns trabalhos como fotógrafo. Fotografia é mais hobby do que trabalho, é uma tremenda bagunça. (risos).

Quando você começou a se interessar por quadrinhos? 

Acho que foi quando eu tinha uns 5 anos de idade, na época, meus pais assinavam os gibis da Turma da Mônica. Passava horas lendo as historinhas, e também fui influenciado pela Disney, que tinha seus desenhos na tevê.  Levando em consideração a influência do meu pai e meu avô que colecionavam filmes na época.

Você se lembra da primeira vez que se viu fascinado por uma HQ? Qual foi a história ou revista? 

Teve duas coisas que marcaram, que até hoje não esqueço, uma delas foi uma edição do Manual do Escoteiro Mirim, não me recordo o nome correto, mas foi uma que continha várias informações que não eram do meu conhecimento.

A segunda foram os gibis do Mortal Kombat e Street Fighter, que vieram para o Brasil seguindo a fama dos jogos. Até me lembro do Capitão Ninja, nosso “Deadpool”, que vinha em histórias curtas na revista Gamers.

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Quando aconteceu a mudança de leitor ocasional para colecionador inveterado? 

Foi devido ao canal de tevê Locomotion, e da saudosa revista Herói, que marcou tanto a minha infância como a de muitos brasileiros, era o ápice dos animes na época, ao lado da Rede Manchete e Cavaleiros Do Zodíaco. Mais ou menos no final da década de 90, a Editora Conrad resolveu publicar os mangás de CdZ e do Dragon Ball, algo até então inédito em nosso idioma. Ali foi o início de tudo… Mesmo morando a apenas 80km de São Paulo capital, aqui não chegava nas bancas tudo o que era lançado.

Quantas HQs você tem? 

2760, todas catalogadas e divididas da seguinte maneira:

DC =  1109 , sendo 434 sódo Batman;
Marvel = 658 , sendo 186 dos X-Men;
Outras HQs = 286;
Mangás = 707;

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Quais são os principais itens da sua coleção. Séries e minisséries completas, encadernados de luxo, edições raras, etc… 

É algo tão complicado de se escolher… encadernados de luxo tenho poucos, não sou muito fã, prefiro ir atrás das edições antigas, a não ser que venha ser uma novidade, algo inédito, enfim… Tem o Batman Dia das Bruxas, Batman Preto e Branco e tal…

Falando no geral, todas intituladas “Um Conto De Batman”, que são várias histórias, Pokémon em HQ , Street Fighter, Tomb Raider, Darkness e Wichtblade (só os da Globo), Asterix, Cavaleiros do Zodíaco, Dark Angel, Ronin, Reino do Amanhã, W.i.l.d.Cats e X-Men, Morte do Superman e muitas outras…

Qual o item mais raro de todos

Hoje, as edições que eu tenho de Mega Man, algo impossível de se encontrar!

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E qual foi a maior raridade que já comprou pelo menor preço?

Não sei, creio que foi quando comprei uns 10 ou 15 números, não me recordo ao certo, de Um Conto De Batman, em uma feira. Cada uma custava, em média, 60 a 80 reais, paguei em todos, 200 reais.

Você compra HQs importadas?     

Sim, não são muitas, procuro mais por Gen 13, Grifter (Bandoleiro) e as da DC que acho perdidas por aí…

Onde costuma comprá-las?

No Ebay e, principalmente, no Bazar do Salomão, aqui em Bragança, onde sempre encontro as da DC em inglês.

Como você guarda sua coleção de HQs? E qual técnica usa para conservá-las?

Separo por coleções, cada uma tem seu lugar, fica mais fácil de localizar e guardo-as embaladas, cada HQ em um saco individual, depois  junto entre 4 e 5 e embalo juntas, para facilitar o manuseio, afinal, sofro de falta de espaço como todos colecionadores.

Normalmente, limpo os locais onde as guardo, 1 vez por mês ou quando me sobra tempo, quinzenalmente.

Tentei abri o máximo possível para as fotos aqui, mas … é tão bem embalado que até complica …

Todo colecionador tem manias, seja um ritual para leitura, uma bela cheirada na revista nova ou nunca se desfazer de nada, qual é a sua? 

As antigas, normalmente eu dou uma bela cheirada, e quase morro, as vezes vem com um cheiro infernal de mofo , já que nem todos tem os cuidados necessários com elas.
Outra mania, é de as vezes ler novamente a mesma página de 2 as 3 vezes para pegar cada detalhe do quadro, do desenho, colocar embaixo do abajur e ficar revirando até sugar o máximo da HQ.

Tem algum item que quer muito ter, mas está praticamente impossível de encontrar?

Gibis do Mega Man , que saíram na década de 90! Tinha a coleção completa, porem em uma das inúmeras mudanças de casa, minha mãe vendeu elas entre outras sem me avisar. Atualmente tenho umas 3, que achei depois de garimpar muito. Se alguém tiver, quiser negociar, me mande um email [email protected] , faça esse mero colecionador feliz!

Qual foi sua última leitura e qual está sendo a atual?

Sem levar em consideração as do Batman, que se possível, leio uma por dia, não tenho algo certo para ler, já que são tantas, então faço uma mescla para conseguir ler todas, porque no meio tem meus mangás , mas normalmente, HQs do Lanterna Verde, que é meu preferido depois do Batman , e mangás que estão a anos no mercado !

Já que é um fã inveterado do Batman, quais são as 10 melhores HQs do personagem?

Algumas são minisséries e, com muita dificuldade, levando em consideração não só a história, mas o desenho , enredo, etc, vou escolher 10:

1 – Um Conto De Batman:  De Volta A Sanidade;
2 – Um Conto De Batman: Gothic;
3 – Um Conto De Batman: Shaman;
4 – Vitória Sombria;
5 – Túnel do Tempo;
6 – Terminus Hotel;
7 – Filho Do Demônio;
8 – Messias;
9 – Noites De Gotham;
10 – Colheita Maldita

PS: Cavaleiro Das Trevas não conta ! Haha

PS 2 : Noite Das Corujas no Os Novos 52 , está bem interessante! Nas bancas!

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Além de quadrinhos, você também possui outras coleções? 

 Fora as HQs , coleciono mangás, LP’s , CD’s , Dvd’s , álbuns de figurinha, videogames e seus respectivos jogos, que é uma paixão sem limites…

Obrigado pelo papo, João! Para finalizar, deixe um recado para os leitores do Pipoca e Nanquim e colecionadores do Brasil.

Gostaria de agradecer a oportunidade novamente, e aos amigos colecionadores e futuros colecionadores, procure bem antes de comprar o primeiro que encontrar, a não ser que seja algo raro, use muito o Guia dos Quadrinhos, afinal, sem ele, a coleção seria uma grande balburdia. E mais, aceito doações, com o maior prazer do mundo. (risos)

E colecione o que tu tens vontade, indiferente da opinião alheia!!

Lembrando que, não é porque 90% das pessoas acham uma HQ, uma minissérie excelente, que ela é rara. As mais raras são as que você mais gosta! E nunca julgue uma HQ pela capa!

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martha-holmes-actress-buff-cobb-reading-comic-books-at-homeMinha Estante é um espaço pra você, colecionador de HQs, mostrar sua coleção, falar sobre prazeres e vicissitudes desse hobby, conhecer outros fãs e proporcionar aquela inveja boa.

Convidamos a todos que possuem belas coleções de quadrinhos a mostrarem elas aqui!

É só mandar um e-mail para [email protected] dizendo alguns detalhes (números de revistas, itens raros e particularidades) que em seguida combinamos a entrevista.

Até a próxima!

 

 

Minha Estante #51 – Ricardo Quartim

Olá, amigos!

Quem aí gostou da última edição da coluna Minha Estante? Ah, todo mundo! Que bom…

Tenho certeza que vão curtir demais esta aqui também. Ricardo Quartim é um grande colecionador e conhecedor do assunto, tanto é que se tornou um dos integrantes da equipe da revista Mundo dos Super-heróis. Sua coleção tem mais de… É claro que não vou estragar a surpresa, leia a entrevista e veja as fotos para descobrir o quão espetacular é essa estante.

Bom, é isso aí. Quem gostar comenta, curte e compartilha.

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Olá, Ricardo! Muito obrigado por topar participar dessa entrevista.
Para começar nos conte um pouco sobre você, onde nasceu, mora, o que faz na vida profissional?

Em primeiro lugar eu é que gostaria de agradecer a oportunidade e dizer que me sinto muito honrado com o convite do Pipoca e Nanquim, o qual sempre acompanho e tenho como um dos meus preferidos!

Nasci em 8/8/1964 na cidade de São Paulo.  Aos sete anos mudei-me para Santos onde morei um ano e depois me mudei para Ribeirão Preto aonde vivo até hoje.  Sou advogado, fui modelo e também monitor técnico de musculação esportiva pela Federação Brasileira de Culturismo. Trabalhei cinco anos com suplementação esportiva, fiz teatro e escola de arte. Sou casado e defensor de um estilo de vida saudável aliado à busca pela cultura.  Aspirante a escritor com uma obra ainda não publicada, “Os Senhores de Ur”, um romance de ficção científica e aventura entremeado com fatos históricos. Também sou colaborador da revista Mundo dos Super-Heróis, que é a única no Brasil especializada em cultura pop. Ganhadora por dois anos consecutivos do Troféu HQ MIX (a maior premiação do gênero no país) como maior publicação sobre quadrinhos e em 2012 ganhou pela terceira vez, agora como a maior mídia sobre quadrinhos. Com uma equipe de jornalistas premiada e reconhecida internacionalmente é publicada tanto no Brasil quanto em países Europeus.

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Quando e como começou a colaborar com a revista Mundos dos Super-heróis?

Minha primeira matéria para a Mundo foi na edição 10, a entrevista com o brasileiro Rodolfo Damaggio, que é meu amigo de infância. Na época, o Orkut estava na moda e eu sou dono da comunidade da Mundo dos Super-Heróis lá. Já tinha amizade com toda a equipe da revista que também fazia parte do grupo. Então sugeri ao Manoel (editor) uma entrevista com o Damaggio. Aí ele me disse “Ótimo! Porque você mesmo não faz essa matéria e daí passa a ser nosso colaborador também!”.  E assim foi… (risos)

Já escrevi matérias sobre o Tarzan, Tintim, Conan, Universo Bonelli, dentre outras. Inclusive as duas últimas foram feitas em parceria com o Alexandre Callari, colega que admiro muito. A da Bonelli foi elogiada até em um blog em Portugal , considerado o maior blog da Bonelli em língua portuguesa.

Também sou responsável pela coluna “Garimpo na Net” onde através das minhas entrevistas conheci muita gente bacana e talentosa do meio quadrinístico . Inclusive o hoje badalado Vitor Caffagi! Apresentei-o ao Manoel e fiz uma das primeiras entrevistas com ele. A partir daí ele fez mais parcerias com a revista e nossa amizade cresceu. Sua carreira deslanchou tendo mais de uma participação nos novos projetos da Mauricio de Sousa Produções. Quando foi receber o Troféu HQ Mix agradeceu a Mundo dos Super-Heróis. Fico muito contente com isso.

Além do mais, toda a equipe da revista é muito unida! Somos todos grandes amigos e não apenas colegas. Amigos de verdade, daqueles que dão conselhos e apoio um ao outro em momentos de dificuldades. E o Manoel é o grande pai de todos nós, se preocupa com cada um de nós como se fosse um filho. Sou muito grato a ele, que além de amigo, é meu mestre, pois vive me ensinando a linguagem jornalística que é diferente da qual utilizo para escrever contos e romances.  Ainda falta muito para aprender e ser um Jota Silvestre, um Maurício Muniz, um Eduardo Marchiori, um Gustavo Vícola, um Heitor Pitombo… todos grandes feras e colegas da Mundo!

Quando você começou a se interessar por quadrinhos?

Desde que me conheço por gente meus pais já compravam e liam gibis para mim.
Acompanhei o surgimento da Marvel no Brasil e todas as editoras pelas quais passaram os personagens Marvel e DC por aqui.

Você se lembra da primeira vez que se viu fascinado por uma HQ? Qual foi a história ou revista?

Não me lembro, pois como disse, praticamente nasci com um gibi debaixo dos braços…  (risos)

Quando aconteceu a mudança de leitor ocasional para colecionador inveterado?

Isso eu me lembro. Eu devia ter uns nove anos. Todas as férias eu passava com meus pais em São Paulo. Em uma das vezes, ao chegar ao apartamento lá, tinham vários gibis da Mônica e da Disney, acho que uns trinta. Fiquei impressionado com a enorme quantidade! (risos!) Já me achei um grande colecionador e a partir desse momento, não parei mais.

Quantas HQs você tem?

Tenho em torno de 15 mil gibis, fora os livros que também adoro e possuo as maiores obras da literatura universal.

1 2 3 4 5 Aqui nessa são livros, enciclopédias, livros de arte, música, romances etc... Entrada da Biblioteca Lateral da outra estante customizada (nessa estante só tem gibis do Batman).

Quais são os principais itens de sua coleção, séries e minisséries completas, encadernados de luxo, edições raras, etc.

Vixe! Essa é difícil! São tantos. Vou citar só alguns:

Os álbuns gigantes da Ebal;
Capitão América e Homem Aranha em cores, da Ebal;
Os primeiros números da revista Mad;
Os álbuns de luxo do Flash Gordon com as pranchetas dominicais de Alex Raymond;
A coleção do Gibi Semanal da década de 70 (completa e encadernada);
Os álbuns de luxo do Fantasma, com a primeira história do personagem;
Asterix, Tintim (completas) e Lucky Luke (incompleta);
Livros com tiras do Garfield;
Toda Mafalda;
A Espada Selvagem de Conan
(Abril), Conan o Bárbaro, da Mythos  e todos os livros do Cimério lançados no Brasil;
Álbuns e especiais da Disney em formato de livro e com capa dura;
Do Tarzan: Tiras de Russ Maning, principalmente o número 6 que é uma edição limitada produzida pelo fã José Lirio de Lima, que me deu de presente; 2 álbuns de Russ Maning; Tarzan de Burn Hogart; 2 álbuns de Joe Kubert; minissérie em 3 edições  por Roy Thomas e John Buscema; e a PRIMEIRA HQ de Tarzan, por Hal Foster;
As primeiras revistas da Mônica e Cebolinha;
Dois álbuns do Drácula, do Luchetti e Nico Rosso, autografados pelo próprio Luchetti;
Druuna X  e Giovanna Cassoto;
Álbum de luxo do Mandrake em cores;
Os 300 de Esparta,  de Frank Miller;
Obras completas de Carl Barks (nem tão completas assim, já que só tenho até o volume 19… haha);

Esses são só alguns. Para ver todas as raridades basta ir ao meu álbum no Facebook. E espero que nessa matéria seja possível postar mais do que apenas as que citei aqui… (risos)

8 9 10 12 13 22 24 25 40 74 75Mad (as primeiras), Pancada, Crazy,Klink,Plop, Livros de Bolso do Mad, Fráuzio etc...44 4692476360 61 Asterix, completa

Qual o item mais raro de todos?

Talvez as edições do início dos anos 1950 da Epopéia e o número 0 do Capitão América, da Ebal (primeira revista Marvel lançada no Brasil que era distribuída nos postos de gasolina).

E com menor importância por serem menos raros: O Planeta dos Macacos (Bloch), Príncipe Valente (Saber) formato livro, Monstro do Pântano #01 (Ebal), com sua origem pré-Alan Moore, e Flash Gordon em formatinho (RGE).

7121planeta59Raridade - 1 do Monstro do Pantano pela Ebal com sua origem pre Alan Moore42

E qual foi a maior raridade que já comprou pelo menor preço?

É difícil responder essa, pois não saía dos sebos em São Paulo e durante décadas comprei muita coisa rara e algumas com um preço bem em conta. Mas, um das mais recentes que me lembro, aconteceu uns sete anos atrás. Cheguei a um Sebo aqui em Ribeirão e tinha aquela edição gigante de Superman vs Muhammad Ali lançada pela Ebal nos anos de 1970. Eu já tinha, mas a minha estava com a capa rasgada e sempre quis ter outra. Veja só… paguei somente R$25,00! O dono do sebo não tinha a mínima noção do que tinha em mãos. Depois que comprei, falei para ele. Lá tinham outras edições gigantes pelo mesmo preço e ele colocou cada uma à R$200,00 (risos)!

Albuns Gigantes da Ebal. Para se ter uma idéia do formato tablóide é maior que Superman Paz na Terra!

Você compra HQ importadas?

Não, mas gostaria de poder comprar os álbuns da Editora ASA e da Meribérica Líber, ambas de Portugal, que editam material europeu como Lucky Luke, dentre outros. Quando a grana sobrar, com certeza, o farei. Mas tenho ganhado de um amigo, vários destes. Ele me deu trinta e dois Lucky Luke e mais alguns outros álbuns.

Como você guarda sua coleção de HQs? E qual técnica usa para conservá-los?

Guardo todos gibis e livros nas prateleiras a maioria em pé. Alguns, por falta de espaço, eu acabo empilhando, mas não fica bonito. Procuro manter sempre as estantes limpas. Porém, não tenho nenhuma técnica especial para conserva-los. Não coloco em saquinhos, pois daria muito trabalho, sem falar que fica muito feio. O segredo é não colocar muito apertado um contra o outro e ter cuidado no manuseio. Quando as páginas começam a descolar eu conserto e quando estão muito empoeirados, passo um pano levemente úmido.

Todo colecionador tem manias, seja na um ritual para leitura, uma bela cheirada na revista nova ou nunca se desfazer de nada, qual é a sua?

Hahaha… Não tenho nenhum ritual, não! Cheirar eu curto, afinal sou um nerd, e nerds gostam do cheiro de livros e revistas. Quanto a não me desfazer de nada, isso não é mania, mas sim amor à coleção. Em 1995, quando me mudei novamente para São Paulo, perdi uma caixa inteira de gibis! O caminhão levou duas mudanças e a caixa foi para a outra casa… Só notei quando retornei à Ribeirão, pois durante um ano e meio os gibis ficaram encaixotados. Lá, havia a reimpressão do número 1 do Fantasma no Brasil.

27 bloch 49 50 51 52 53 55 56 57 58 293221_221647457886077_5155415_n Especiais da Ebal - EM CORES e Formato Graphic Novel

Tem algum item que quer muito ter, mas está praticamente impossível de encontrar?

Huuummm deixa eu ver…

Os álbuns dos Smurfs no mesmo formato do Asterix e os em formatinhos, ambos lançados pela Editora Vecchi, na época, chamados de Strunfs. E as edições especiais do Superpato que saíram pela Abril, em 1996.  Não me lembro de mais nada que eu não tenha e está difícil de encontrar. Se alguém tiver e quiser se desfazer dessas das quais falei, aceito doações… (risos).

Qual foi sua última leitura e qual está sendo a atual?

Acabei de ler o livro Conan – O Bárbaro traduzido pelo Alexandre Callari, que reúne o romance “A Hora do Dragão” e vários contos de Robert E. Howard. Excelente trabalho de tradução por sinal, o Alexandre preservou o rico vocabulário de Howard, ainda mais se compararmos com outras traduções medíocres que vi por aí na internet. Também li recentemente Astronauta – Magnetar, achei espetacular! Algumas HQs da Julia Kendal e da Kripta, que adquiri em um sebo, Zé Carioca: 70 anos – volume I. Também reli as primeiras edições da Mad lançadas no Brasil, que são as melhores.

Estou lendo atualmente Urupês, do Monteiro Lobato, As novas aventuras do Superpato –  A Origem,  excelente material, mais adulto e com arte deslumbrante. Estou acompanhando o ótimo Face Oculta, minissérie da Bonelli publicada pela Panini.  E está na minha prateleira aguardando para ser lido A Princesa de Marte, do Edgard Rice Burroughs e um álbum do Lucky Luke.

Quando puder, quero comprar a premiada Habibi, de  Craig Thompson.

Comecei a acompanhar Os Novos 52, mas não gostei e parei.

Almanaque Marvel só falta um número para completar 54 7266 9326  bloch17 20

Hora da listinha básica, conta ai pra gente quais suas 10 HQs favoritas de todos os tempos?

Bom, não tem “A HQ preferida”, mas posso dizer a fase ou série preferida.

Sem ordem de preferência:

1 – Todas as adaptações dos contos de Robert E Howard feitas por Roy Thomas com arte de Barry Windsor Smith e John Buscema;

2 – O encadernado do Superman com as primeiras histórias de John Byrne;

3 – Batman Ano I, Batman Veneno, O Messias, Morte em Família, Batman: Silêncio (sim, eu gostei!) e as minisséries do Batman feitas pelo Jeph Loeb e Tim Sale;

4 – Toda a fase do Capitão América ilustrada pelo John Romita Sr. (o pai) que segundo meu amigo Robbie Prado, especialista em Capitão América, é uma das fases mais geniais e criativas com o personagem até hoje;

5 – Homem-Aranha, fase Steve Ditko e John Romita Sr.;

6 – Asterix e Tintim (coleção toda);

7 – Os Álbuns Gigantes da Ebal e Superman versus Homem Aranha #2 (edição da RGE em formatinho);

8 – Os álbuns de luxo do Flash Gordon;

9 –  O especial do Tarzan, de Burn Hogart , a minissérie do Tarzan em 3 edições,  por Roy Thomas e John Buscema, e todos Tarzan, de Joe Kubert;

10 – As primeiras histórias do Fantasma e Mandrake, quando Lee Falk ainda sabia escrever bons roteiros.

11 – Tio Patinhas, do Carl Barks  (Ops! Listei uma a mais… hahaha)

Obrigado pelo papo, Ricardo! Para finalizar, deixe um recado para os leitores do Pipoca e Nanquim e colecionadores do Brasil.

Leiam livros, revistas, quadrinhos e torne-se uma pessoa mais informada, com senso crítico, mais inteligente e mais feliz. Exercite seu cérebro!
Ação, drama, terror, história, sexo, crime, humor, adulto, infantil, roteiros simples, roteiros complexos? Há gibis e livros de TODOS os gêneros para todos os tipos de pessoas. Um povo que lê, é um povo esclarecido e não manipulável.

Ademais, a leitura é um dos maiores prazeres que se pode ter. Com ela viajamos para diversas épocas e lugares. Da época antiga até os confins do universo e sentir a sensação de realmente ter estado lá. A leitura estimula a imaginação.

E como dizia o célebre pensador Ricardo León: “Os livros me ensinaram a pensar; e o pensamento me fez livre.”

Isso é o que eu desejo para todos vocês!

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Sid-Vicious-reading-MADMinha Estante é um espaço pra você, colecionador de HQs, mostrar sua coleção, falar sobre prazeres e vicissitudes desse hobby, conhecer outros fãs e proporcionar aquela inveja boa.

Convidamos a todos que possuem belas coleções de quadrinhos a mostrarem elas aqui!

É só mandar um e-mail para [email protected] dizendo alguns detalhes (números de revistas, itens raros e particularidades) que em seguida combinamos a entrevista.

Até a próxima!