Patrulha do Destino e a Irmandade Dadaísmo

Colaborador: Gilgamesh

Eis mais um capítulo das desventuras de Grant Morrison à frente da Patrulha do Destino. Depois de nos trazer o Colecionador de Borboletas, agora é a vez da Irmandade Dadaísmo, um dos grupos de supervilões mais inusitados já criados. A raiz do grupo é a reformulação da antiga Irmandade do Mal, fundada pelo enigmático Cérebro, cujas dúbias motivações passavam por conquistar o mundo e destruir Niles Cauder juntamente com os “pupilos” da antiga Patrulha do Destino.

A Irmandade do Mal inicialmente era composta por Cérebro, Monsieur Mallah e Madame Rouge, brevemente juntando forças com General Immortus e o alienígena Garguax, e posteriormente Mr. Morden, que operava dispositivos robóticos para o Cérebro. Frequentemente derrotados, a Irmandade teve embates também com os Novos Titãs e o Irmão Sangue, o que culminou com Cérebro e Mallah tomando rumos diferentes e dissolvendo o grupo.

Essa edição (Doom Patrol V2 #26) ainda mostrou como ficou o status quo de Rhea Jones após ser raptada por Red Jack e também o prelúdio dos eventos que irão levar ao mapeamento do subconsciente de Jane Maluca.

Na cena de abertura, somos apresentados a Rajada Solar, a segunda versão do personagem criado por Paul Kupperberg e Alex Saviuk em 1983, e que foi dado como morto no final das Crises nas Infinitas Terras. Morrison apresenta uma nova versão do personagem, que chama a si mesmo “o maior super-herói do Japão”, sempre assediado pela mídia, e que tem seu próprio mangá publicado, milhares de fãs e um show televisivo. Rajada Solar foi o responsável por prender a garota misofóbica conhecida por Quiz, recrutada por Sr. Ninguém para compor a Irmandade Dadaísmo.

O nome da nova Irmandade é uma referência movimento artístico iniciado em Zurique em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, liderados por nomes como Tristan Tzara e Hugo Ball. O dadaísmo tinha como característica principal a ruptura com as formas de arte tradicionais, com forte conteúdo anárquico. O próprio nome do movimento deriva de um termo infantil: dada (brinquedo, cavalo de pau), embora alguns dadaístas afirmem que o termo dada não signifique nada afinal. Entre as principais características do movimento predominam uma visão incomum dos objetos do cotidiano no contexto artístico, crítica ao capitalismo e ao consumismo, ênfase no absurdo e nos temas com conteúdos sem lógica, o uso de variados formatos de expressão (objetos do cotidiano, sons, fotografias, poesias, músicas, jornais) transformados em obras de artes plásticas e um forte caráter pessimista e irônico, principalmente com relação aos eventos políticos.

Interessantes são as habilidades da personagem Quiz, que tem todos os poderes que você NÃO conseguir imaginar que ela possa ter, ou seja, para derrotá-la basta pensar em todos os poderes que ela poderia ter e assim ela não os ganha, e você vence a luta. Espantoso? No mínimo dá um nó na imaginação! Assim, o combate não seria contra o que existe, mas contra o que você pensar que possa existir. Quiz seria invencível, se você não soubesse disso!

Em seguida, conhecemos os outros três componentes da Irmandade que resgatam Quiz: Sonâmbula, ou Holly McKenzie, uma garota que tem grande força física e o dom de premonição enquanto estiver em estado de sonambolia, e que toma pílulas e usa um headphone que toca Barry Manilow o tempo todo para não acordar; Neblina, ou Byron Shelley, é outro personagem estranho, mas não o menos excêntrico. Se não bastasse a clara referência a Lord Byron e Percy Bysshe Shelley, dois expressivos escritores da literatura gótica, ele possui os poderes de se transformar-se em uma espécie de névoa que absorve qualquer ser humano que tiver contato, inclusive suas personalidades. Neblina quando fala é sempre interrompido pelas vozes das pessoas já engolfadas pela sua névoa. O outro é Frenesi, ou Lloyd Jefferson, um iliterato morador de rua que tem o poder se tornar um ciclone vivo.

Com a reformulação de Grant Morrison, a Irmandade que carecia de uma nova identidade, ganha um novo líder: o Sr. Ninguém, uma espécie de homem virtual cujos poderes é drenar a sanidade de suas vítimas.

O título dessa estória, Nowhere Man, é título de uma canção dos Beatles do álbum Rubber Soul de 1965, composta por John Lennon, que tem uma letra intimamente filosófica, com batidas psicodélicas e folk rock. Segundo o próprio Lennon, essa canção foi escrita sobre ele mesmo e pipocou em sua cabeça após várias horas tentando encontrar uma canção para compor o álbum. A música também apareceu no filme Yellow Submarine (1968) onde o quarteto encontra com o personagem Jeremy Hilary Boob em Nowhere Land. Assistindo à música no filme, entendemos melhor a ligação entre título dessa estória, o personagem Sr. Ninguém e todas as referências possíveis. Qualquer ligação com o dadaísmo e o movimento psicodélico dos anos 70 não é mera coincidência.

Essa página onde aparece o título da estória é fantástica, há muitas referências espalhadas. Parece mais um daqueles jogos tipo Onde está Wally?. Entre os vários itens e parafernálias “escondidas” podemos ver: a capa do disco “One bad apple” dos The Osmonds, um cartaz referente à banda escocesa Bay City Rollers, o símbolo da Mercedez-Benz aparece no pôster groovy na parede ao invés do símbolo hippie Paz & Amor, uma capa de disco referente à banda inglesa Flintlock, outra capa referente ao disco “The way out record for Kids” de Bruce Haack. Dentre as fitas de vídeos no chão vemos Speed Racer, fitas das séries televisivas britânicas de Tingha and Tucker (Singing, Ringing Tree), Ace of Wands, The New People, The Adventures of Dom Quick, as séries televisivas americanas The Mod Squad, H.R. Pufnstuf, The Avengers, e as revistas em quadrinhos Brother Power Super Geek, Strange Adventures, Jimmy Olsen, Happy Boy, Prez e Superheroes vs Supergorillas. Entre os vários brinquedos espalhados, é possível identificar um telefone de brinquedo da Fisher & Price, o veículo Thunderbird 2 da série televisiva Thunderbirds (1965) e o Batmóvel da série televisa Batman (1966). O que tudo isso tinha a ver com a estória em si? Trata-se de icones da cultura pop das décadas de 1960-1970, memorabílias de um dos períodos mais criativos de toda história da humanidade no campo das artes. Afinal, como diz o Sr. Ninguem, “todas as coisas bobas e inúteis que as pessoas perdem ou jogam fora, todas elas acabam por aqui comigo”.

Na mesma página, ao lado, vemos a representação de uma das criações de Raoul Hausmann, The Mechanicalhead (The Spirit of our Age) de 1920. Hausmann foi um importante artista plástico, poeta e romancista austríaco dadaista falecido em 1971, um dos criadores da arte fotomontagem. Mechanicalhead ficou para a história como um reverso marxista de Hegel, uma cabeça que representa pessoas cujos “pensamentos” são materialmente determinados pelos objetos literalmente afixados nela – fita métrica, régua de madeira atada um segmento de bronze de uma câmera, um beaker telescópico no alto da cabeça, cilindro de máquina de escrever dentro de uma caixa de joias, o nº 22 pintado em uma placa junto a um mecanismo de relógio, e na nuca uma bolsa de couro. Uma cabeça penetrada e governada por forças externas. Para Hausman essa caricatura “esculpida” em uma cabeça de boneco de madeira – olhos inespressivos, sorriso abobado – era a representação da condição humana engolida por suas proprias criações, a morte da inteira noção de si mesmo.

Mechanicalhead faz pensar no protótipo da humanidade se tornando robótica e crua, um experimento quase frankensteiniano em que as emoções e alma sobrevivem somente na forma de um coração gravado no beaker de metal vazio em cima de sua cabeça. Segundo alguns historiadores, Hausmann afirmava que Mechanicalhead era a caricatura dos anos pós-guerra, representava alguém que confiava somente naquilo que pudesse experimentar mensuravelmente, cujo mundo descompassado era expressivamente sentido por meios objetivos e precisos como a régua, o relógio e a câmera. Toda a informação necessária sendo afunilada para dentro da cabeça atraves do beaker, em contraste com os olhos que parecem vagos e absortos.   O número 22 em si não parece ter significado algum, como deveria supor a ideologia dadaísta, embora curiosamente foi na data de 22 de janeiro de 1918 que Richard Huelsenbeck pronunciou o First Dada Speech in Germany, que juntamente com Houssmann foi um dos fundadores do Berlin Dada semanas depois. O número 22 também pode significar simbolicamente o movimento e infinidade. A obra em si tem um tom satírico, pois exprime o sentimento que alguns dadaistas repudiavam: é uma obra que sobrevive ao tempo dizendo algo fundamental sobre a condição humana. Para os dadaístas a arte em si deveria ser caracterizada pela oposição a qualquer tipo de sensatez, combinação de pessimismo irônico e ingenuidade radical, ceticismo absoluto e improvisação.

Após libertarem Quiz, vemos pela primeira vez toda a Irmandade Dadaismo reunida em Paris, nas redondezas de Montmortre e da Basílica Sacre Coeur, que pode ser vista no alto da página, o ponto mais alto de Paris e historicamente um dos ricos. Vamos a mais referências. Na apresentação, o Sr. Ninguem cita “Gay Paree”, um termo que se originou quando a Belle Epoque francesa teve seu zênite no final do século 19, na IXe Arrondissement de Paris, local para onde todos os níveis da sociedade parisiense convergiam: endinheirados, modistas e artistas. Na época, encontros públicos, antes proibidos, foram permitidos sem autorizaçao oficial, a liberdade de expressao foi promulgada com a abolição dos crimes de opinião, e os cafés de Paris, vistos como focos de sedição, se multiplicaram e floresceram.

Sr. Ninguem se refere ao local onde se encontram como um “santuário secreto, sagrado, subeducacional sanctum”. Possivelmente referindo-se a Montmartre, que foi o berço de trabalho de muitos artistas que mantinham estúdios de criação no local como Salvador Dali, Claude Monet, Pablo Picasso e Van Gogh. Em 1894, a família de Marcel Duchamp, então com sete anos de idade, teria ido morar em Montmortre, onde o artista foi educado e viveu sua infância. Nos dias de hoje Montmortre ainda mantém o clima bucólico e boêmio de época graças a sua arquitetura, as várias galerias de arte e pontos turísticos.

Depois, Sr. Ninguém chama a Irmandade de “the Merry Band”, alusão tanto aos Merry Men, companheiros do herói fora da lei Robin Hood, quanto grupo de escritores estadunidenses The Merry Pranksters da década de 1960. The Merry Pranksters, uma das muitas influências de Morrison, era formado em torno do autor Ken Kesey e promoviam livremente o uso de drogas psicodélicas. As primeiras desventuras dos Merry Pranksters foram narradas por Tom Wolfe em The Electric Kool-Aid Acid Test.

Na página seguinte, mais referências. No primeiro quadro, a personagem Quiz, que sofre de misofobia aguda, resolve usar um lavatório para limpar as mãos: trata-se da obra Fountain, trabalho de 1917 de Marcel Duchamp, um urinol de porcelana branco virado em 90 graus, uma das mais representativas obras do dadaísmo na França, e considerado a obra de arte mais influente do século 20. A assinatura na parte inferior da peça, “R. Mutt – 1917”, foi a forma como Duchamp assinou o trabalho e o enviou para apreciação da Society Independent Artists, tentando esconder seu envolvimento com a peça, já que ele mesmo era membro da Society.  Por se tratar de uma obra dadaísta, não se sabe ao certo se foi intencional ou não, ou mesmo se Duchamp pensou na palavra alemã “armut” (pobreza) para a assinatura camuflada, ou se R.M. possa ser uma menção a ready made. Duchamp teria dito certa vez: “Eu atirei na cara deles o urinol, e agora eles voltam para apreciar sua beleza”. No terceiro quadro da mesma página, aparece a peça Bottle Rack (1914), também de Duchamp. Segundo consta, a peça também tinha uma inscrição misteriosa em suas bordas como a peça Fountain, mas isso se perdeu com o tempo. Ambas as obras juntamente a peça Bicycle Wheel (1913), compoem as três peças ready made mais importantes de Duchamp. Na época, todas as peças foram jogadas fora como lixo. As rodas que aparecem nas costas do uniforme de Frenesi, sao semelhantes às rodas dessa terceira peça. Esse tipo de estratégia do fazer artistico de Duchamp chamado de ready made é o uso de objetos industrializados para compor uma peça de arte, desprezando as noções comuns de arte histórica como estilo ou manufatura, transformando completamente o significado inicial do objeto. Um dadaista por excelência.

Na página seguinte, quadro 3, podemos ver a parte de baixo do trabalho de 1919 que Duchamp pintou sobre uma reprodução da Mona Lisa de DaVinci: ele incluiu um bigode e uma barbicha, e a inscrição L.H.O.O.Q. (que significa Elle a chaud au cul, algo como Ela tem fogo no rabo, em português). A própria Irmandade Dadaísmo posa como uma peça ready made interpretada por Morrison, peças prontas retiradas de seus lugares comuns e transfiguradas em algo totalmente diferente. Como podemos ver cada personagem adquire uma nova “roupagem” nas mãos do Sr. Ninguem, afinal ele mesmo disse que seguiu seu caminho “juntando os escombros da sociedade, os detritos humanos lançados em terra firme na esteira da bomba genética (…) pois eram como propriedade perdida que ninguem quer reinvindicar”. Morrison reformulou Patrulha do Destino logo após o evento Invasão que ocorreu em todos os títulos do Universo DC, por isso sabemos que a origem dos poderes desses quatro personagens saiu desse evento. Simples assim.

Nesse momento Sr. Ninguem conta como veio a ser o que é. Morrison cria uma estória back-up explicando que Morden esteve escondido no Paraguai fugindo da ameaça de Cérebro e Mallah que prometiam matá-lo, e por isso ficou desaparecido do Universo DC desde então. Durante esse tempo, o vilão se submeteu aos experimentos do Dr. Bruckner, ex-cientista nazista, que garante a Morden a habilidade enlouquecer as pessoas. O processo também acabou levando o vilão à insanidade. Ao fim do procedimento Morden se transforma em uma figura bidimensional, uma espécie representação artística de uma sombra viva, com um espaço vazio em forma de coração no peito, “tinha se tornado o espírito do século 21, o homem abstrato, virtual e imaginário”. Com essa frase Sr. Ninguém está se referindo ao termo Zeitgeist, um termo alemão que significa “Espírito de Época”, ou seja, a representação do conjunto do clima intelectual e cultural de uma certa época. Ele se tornou o resultado do acúmulo das motivações culturais de uma época que refletirá em tudo que ainda está por vir.

A sala totalmente branca no qual Sr. Ninguém fica preso antes de sua transformação é uma possível alusão às salas brancas em que algumas exposições de arte Dadaístas eram vistas. A cor branca em si sendo ausência de significado e distanciamento de sentidos, isola completamente o objeto das interferências externas, o pressuposto ideológico dadaísta. A ideologia do branco foi acolhida por neo-dadaístas como Robert Rauschenberg, que em 1951 criou suas White Paintings, pinturas cujo propósito era reduzir a arte a sua natureza mais essencial, e subsequentemente leva-la à possibilidade da pura experiência. Aqui, Sr. Ninguém se refere aos três dias e três noites em que passou aprisionado, assim como acontece no período céltico tradicional de provação mística. O mesmo período de tempo é referido no versículo bíblico de Mateus 12:40  “pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra”. No contexto bíblico cristão, esse foi o período da ressurreição de Jesus.

Sabemos então que Morden se torna o Sr. Ninguém, foge da “proteção” de Bruckner, e recruta os outros integrantes para formar a nova Irmandade. No final do capítulo, Sr. Ninguém finalmente refere-se ao grupo como A Irmandade Dadaísmo, e a cita poeta alemão Richard Huelsenbeck, um dos fundadores do dadaísmo, “e a cueca do páraco está apertando… rataplan rataplan”. Por sinal, a leitura desse poema sem nome nos aproxima mais de Sr. Ninguém. Delirante. O próprio Sr. Ninguém define a existência do grupo ao dizer “Olhem para nós. Não somos a prova final de que não há bem, mal, verdade ou razão?(…) Desse dia em diante, deixemos a irracionalidade reinar!”

E assim nasceu a Irmandade Dadaísmo, que parte para a sua primeira empreitada: roubar “a pintura que devora pessoas”. Claro, que a Patrulha do Destino é o único grupo que poderá detê-los. Será? Que o mundo fique em alerta!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Morrison é gênio, não sei se é o melhor, mas é o autor que mais tenho vontade de ler, pois
    nunca sei o que vou encontrar em suas histórias.

    • Carissimo Ginnusd, comece desde já a procurar pelos trabalhos de Morrison, especialmente a Patrulha e os Invisiveis. Ambas obras devem ser lidas e absorvidas com moderação, são primorosas em narrativas, com riqueza inconfundível de detalhes e referencias. Boa leitura!

  2. A Patrulha, ao lado do Homem Animal é o melhor do Morrison. Cada número da série é um pequeno tesouro.

    • Carissimo Marshall, ler Patrulha do Destino tem sido um dos melhores momentos dos quadrinhos para mim. Pena que o mercado nacional ainda passa alheio a essa maravilha de criação. Sempre quando leio a Patrulha fica dificil ler apenas uma vez, sem parar o tempo todo procurando o “porque” disso ou daquilo. Nada é aleatório nem por acaso, é uma aula de como fazer um bom quadrinho. Morrison parece um reciclador de ideias: nada parece pronto e acabado, sempre cabe mais, e o jogo de ideias nunca terminda! Um gênio, um trabalho primoroso e admirável.

    • Carissimo Marshall, ler Patrulha do Destino tem sido um dos melhores momentos dos quadrinhos para mim. Pena que o mercado nacional ainda passa alheio a essa maravilha de criação. Sempre quando leio a Patrulha fica dificil ler apenas uma vez, sem parar o tempo todo procurando o “porque” disso ou daquilo. Nada é aleatório nem por acaso, é uma aula de como fazer um bom quadrinho. Morrison parece um reciclador de ideias: nada parece pronto e acabado, sempre cabe mais, e o jogo de ideias nunca terminda! Um gênio, um trabalho primoroso e admirável.

      • Por isso temos que nós organizar, pois a Panini não lança por talvez desconhecer esse publico que somos nós.
        Abraço.

      • Por isso temos que nós organizar, pois a Panini não lança por talvez desconhecer esse publico que somos nós.
        Abraço.

        • Gravata, concordo com você! No blog da Panini tem a parte da Vertigo, onde ja vi alguns colegas pedindo a Patrulha. Eu reforço de vez em quando. Abraço.

  3. Divino o Post, ai está algo que a Panini poderia lançar em encadernados. O que acham de fazer uma organização para este pedido????

    • Gravata, ótima ideia!!! A Patrulha precisa de mais atenção, principalmente porque é um material de grande qualidade e requinte. Morrison não envelhece nunca, seus trabalhos sempre inovadores. A Patrulha é um exemplo desse apuro de escritor. Merece sim encadernados. Abraço.

  4. Os fãs de Spawn se organizaram e me parece que a HQM vai voltar a publicar a cria do inferno em encadernados no Brasil. Podemos nos organizar em um abaixo assinado e enviar à Panini para publicar Os Invisíveis e a Patrulha do Destino. O que acham?

    • Caro Ginnusd, obrigado pelo comentário. Você deve ser fã da Patrulha como eu. Uma grande pedida é um abaixo assinado para publicaçao de titulos que almejamos ver conclusos ou pelos menos com continuaçao, especialmente Vertigo como a Patrulha e Invisiveis. Lotar o blog Vertigo da Panini com pedidos e recomendações ja seria um otimo começo. Algumas das séries que vimos finalização como Preacher nasceu dos pedidos de fãs por lá, e os excelentes encadernados e capaduras tambem. A qualidade so aumentou e as bancas se abalroaram com opçoes para todos os gostos e bolsos. Vamos lotar o blog então e torcer. Grande abraço.

  5. outro excelente texto sobre a série, caro amigo. uma leitura complementar para quem já leu, esta lendo ou vai ler esta série algum dia. por mais que gostariamos é dificil buscar e conhecer todas estas obras que influenciaram o morrisson em seus escritos para esta série e outras, que ele criou.

    • Caro amigo, é um prazer ve-lo por aqui. Obrigado imensamente por seu comentário. Patrulha do Destino é um dos meus comics favoritos, e me lembro de ja termos lido “Saindo dos Escombros” ha alguns anos, né mesmo? Morrison sempre foi um dos meus escritores favoritos, e Patrulha juntamente com Homem Animal e Invisiveis, são os trabalhos que mais gosto, mas sem deixar de lado outros tantos. Gostaria muito de ver esses tres comics publicados por aqui de forma que merecem. Grande abraço amigo.

  6. Ente3o, e9 complicado, poqure eu queria muito ler esse livro, mas 1) ne3o tenho tido tempo de ler meus livros, ente3o tudo o que quero agora e9 ler os que este3o na lista, 2) cansei de literatura sobrenatural e 3) ne3o quero mais gastar meu donheirinho com se9ries, poqure je1 to acompanhando ve1rias, ueheue.Apesar disso, a histf3ria me conquistou, mas, pra compensar os motivos acima, vou assistir a se9rie desse livro ;DBeijo!