Podcast 78 – O Hobbit: Uma Jornada Inesperada

Olá a todos, surpreso em ver um podcast aqui no sábado? Pois é, estávamos devendo então adiantamos a publicação para colocar outro no ar ainda essa semana e encerrar o ano com chave de ouro!

O Pipoca e Nanquim está satisfeitíssimo de voltar para a Terra Média e reencontrar alguns rostos conhecidos (e outros novos) e, por isso, resolveu fazer um podcast especial sobre o filme do momento: O Hobbit. Pois é, o diretor Peter Jackson voltou a fazer a alegria dos fãs órfãos da trilogia Senhor dos Aneis – e nós do PN contamos a você tudo o que achamos sobre este primeiro filme. Sem esquecer, é claro, o bom e velho rock n’roll. Dito isso, esperamos sinceramente que, no ano que vem, nosso podcast volte a ter a regularidade que você, ouvinte, merece. No mais, bom Natal e até o próximo programa, que sai ainda esse ano!

E ATENÇÃO: segunda-feira temos uma supresa para você aqui no site, não perca!

 

COMENTADO NESSE PODCAST

Podcast 04 – O Senhor dos Anéis
– O Hobbit: Uma Jornada Esperada, críticas aqui e aqui.
– Artigo: Conselho de Elrond, Sociedade do Anel e Grupos Centrados na Tarefa.
Veja (e compre!) todos os lançamentos de O Hobbit (livros e card game) na COMIX!
Site oficial da Editora La Fonte e seu novo livro Explorando o Universo do Hobbit (LEIA AQUI as primeiras páginas!)
– Assista O Hobbit na Moviecom! Veja os horários das salas 3D!

Músicas

Bloco 01
The Man In Me Bob Dylan
Free BirdLynyrd Skynyrd

Bloco 02
Step Lightly – Bill Ward
LullabyThe Cure

Bloco 03
All Souls NightLoreena McKennitt
Let’s Stay Together – Al Green

Bloco 04
More Human Than Human – White Zombie

 

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  1. Fala Alexandre, Bruno e Daniel!

    Estou ouvindo o cast e fiz uma pausa para comentar sobre o Azog. O Bruno deixo em aberto a questão da importância desse personagem, então vou contribuir um pouco.

    Azog é apresentado no “Apêndice AIII – Povo de Durin”, um texto de 6-7 páginas presente no Retorno do Rei, que traça a história dos anões a partir da primeira era. Nesse texto encontramos a batalha de Azanulbizar, aquela dos portões de Mória, onde (no filme) Thrór, avô de Thorin, foi morto pelo Orc Pálido. No livro, a morte do anão é um pouco diferente, mas o responsável é Azog de qualquer jeito.

    Azog se torna o Rei de Mória por mais de 300 anos e após falecer deixa o legado de vingança para seu filho Bolg, o orc que lidera sua raça na Batalha dos 5 Exércitos. Aqui temos uma ponte pro roteiro do filme e uma explicação importante para o foco dado a Azog. Com algumas adaptações, teremos os filhos dos grandes reis batalhando no grande desfecho.

    Bolg no filme:
    http://www.cinelogin.com.br/wp-content/gallery/o-hobbit/o-hobbit-bolg-orc01.jpg

    Azog é importante para Tolkien e merecia esse espaço no filme?
    Se considerarmos o espaço dos vilões secundários de Senhor dos Anéis, como Uglúk, o Uruk-hai que matou Bormir, temos ai 2 ou 3 páginas de descrição ou história se referindo a eles, além de participar de um evento “menor” para história da Terra Média. Esse é um padrão de Tolkien, vilões secundários, povos secundários, tem importância imensa em textos paralelos ou complementares e ao meu ver, Azog foi bem encaixado, gerando um lado dicotômico para o roteiro, uma ponte para a batalha final e dando movimento para um filme, que sim, tem a primeira parte bem truncada, pois é introdutório.

    O livro tem muitas resoluções simples, ou falta de explicações para justificar as motivações dos personagens. Peter Jackson melhorou alguns aspectos ligando elementos da própria história em eventos sem explicação. Se retornar ao livro, percebemos quanto uma amarra solta fez sentido a ser ligada num evento paralelo do mesmo texto.

    Compreende o viés mercadológico dado a esse obra, transformando em trilogia apenas um livro curto, mas Peter Jackson é audaz a ponto de usar o espaço livre com referências do Simarilion que tratam do Hobbit, mostrando lugares de Senhor dos Anéis comuns ao Hobbit (o Topo do Vento aparece, Mória, Rivendell, etc.), tomadas de câmera e outras técnicas que foram utilizadas na trilogia passada. São referências, fan services, pontos que agradam o leitores xiitas e aqueles mais casuais.

    Vou ouvir a última parte do cast e se fui redundante, desculpem aê!

    Abraços!

    PS: Ouvi em outro cast essa semana uma reclamação sobre a “dança dos cavalos” que os elfos fazem quando encontram os Anões em Rivendell, pois isso já havia sido mostrado em Rohan. Que Peter Jackson só sabe fazer isso e bla bla bla. Caso vocês ouçam esse mesmo debate, levem a frente a informação que a técnica de batalha dos Rohanins é desenvolvida a partir das técnicas dos elfos, só não posso dizer aqui que foi ensinada diretamente, pois não lembro a fundo como isso foi passado. Então o diretor do filme fez lição de casa e deixou uma outra referência forte aquela mitologia. Pena que nem todo mundo pegou e por bobeira reclamou.

    • Obrigado por enriquecer os comentários, trazendo informações muito relevantes à discussão. Eu mesmo não tinha conhecimento desses apêndices e, ao que parece, Peter Jackson tem realmente um enorme respeito às obras de Tolkien. Ele viu no Hobbit uma oportunidade de expandir o universo e acrescentar elementos que amarram as estórias. Bem legal!

  2. Daniel, você está apontando detalhes do filmes (águias, perigo, etc) que fazem parte da trama do livro; não são “falhas” do roteiro, são argumentos do livro que corroboram com o contexto de publicação (aqui inserido como obra que “inaugura” parte da fantasia). Como vocês mesmo disseram, o livro foi escrito para crianças e como tal, tem essa “característica” ingênua (ou não).

    Como fã eu gostei do filme, pois trouxe várias cenas extras, além do próprio livro, como essa do orc pálido. O filme acaba sendo um apêndice, uma adaptação que enriquece a própria obra.

    Sobre a cena do Bilbo achando o anel, no Senhor dos Anéis ela é narrada por uma elfa (acho que Galadriel), ou seja, uma interpretação da versão do Bilbo. Fica interessante essa disparidade, até porque o anel cai na frente do Bilbo (no filme), já prevendo sua saída da caverna, e possivelmente uma brecha para ser encontrado; no livro, tudo acontece um pouco mais lento, talvez devido a linguagem: escrita.

  3. Senhor dos Anéis são 3 livros com mais de 400 paginas cada. O Hobbit é 1 livro com menos 400 paginas. Ridiculo a ideia de fazer 3 filmes com duração de aproximadamente 3 horas.

    • Gandalf. Come look on a sight you’ll not see again, I warrant. Bilbo steps near Gandalf who puts a flenidry hand on his shoulder.Awestruck, Bilbo gazes out to see the dark and grim Mirkwood stretching off into the distance. Far far away, nearly out of range of his sharp Hobbit eyes, is the glint of water, the long lake, and a bit farther than that is the sun-lit, fang-like, tip of the Lonely Mountain. Bilbo quietly reaches into his pocket and is somewhat, but not entirely comforted, by the ring.End Scene.Again, thanks for all your podcast episodes. Looking forward to the few more that will be coming before the release of the Hobbit in theaters.Jim

  4. Finalmente saiu mais um podcast, ainda mais sobre o Hobbit.
    Eu como fã confesso dos livros de Tolkien e da trilogia do PJ não tenho o que reclamar. Simplesmente adorei o filme.
    Assisti duas vezes, primeira vez dublado, por que na merda da minha cidade não tinha outra opção, nem 3d. Sai do cinema com uma só certeza. Teria que assistir de novo, legendado e em 3d. Eu tenho pena e até raiva de quem assistiu e prefere assistir filmes dublados, pois a dublagem estragou a minha experiencia no cinema. As musica cantadas pelos anões ficaram um lixo, a voz do Golum, pelo amor de Gandalf, não dá nem pra entender o que o lazarento do dublador tá falando. Até o Radagast com voz do Scoob Doo. Quanto ao filme em si eu não considero que tenha furos no roteio ou cenas desnecessarias como a luta dos gigantes de pedra ou as aguias pois está tudo no livro e P J foi extremamente fiel ao espirito do livro e da obra do mestre. Gostei até mesmo da presença de Radagast, que foi o que a maioria reclamou, pois podemos ver mais um Istari em cena, um que devota sua vida a cuidar dos animais e da floresta, justificando a preocupação dele com o ouriço.
    Claro que o filme tem algumas falhas, qual não tem, mas eu viajei de volta a Terra Media e achei o passeio Sensacional, e se sair a versão extendida eu comprarei com certeza.

    Bruno , não se deixe levar tão facil pela opnião dos outros, eu rachei o bico com o comentário do Alexandre.

  5. Eu estava meio preocupado justamente pelo livro do hobbit ser pequeno e prometeram 3 filmes (gigantes por acaso), mas engoli todas minhas criticas e preocupações!

    pqp que filme excelente! Me senti de volta aos filmes de antigamente (scarface, poderoso chefão,…) onde vc nem via o tempo passar, apesar do filme ser com 3 horas de duração.

    Uma coisa que me chamou muito, mas MUITO a atenção foi a trilha sonora… fiquei escutando misty montains o resto da semana 😀

    Realmente 2012 foi o ano da volta dos grandes filmes no cinema!

    Abraços

  6. Boas!
    Li o Hobbit há muito tempo, então não lembro de certos detalhes. Mas o filme supriu minhas expectativas, talvez até um pouco mais. Realmente, tem cenas que são encheção de linguiça, mas além disso servem também para expandir o universo do Tolkien nos cinemas.
    Ah, obrigado pela ótima dica da cantora Loreena McKennitt. Gostei muito, acho que vou até usar essa All Souls Night em mesa de RPG hahha
    Até!

  7. Legal esse Podcast.
    O Hobbit é fantástico!!!
    Sou fã dos livros e adorei a adaptação e não vi tantos defeitos assim, pelo contrário, na maioria das coisas Jackson melhorou os acontecimentos. Não tem como ser 100% fiel e a divisão em três filmes foi a melhor decisão, além da volta do Papa Peter. Os 48 fps é uma das melhores tecnologias que já vi!

  8. Olha não há um erro sobre a origem do anel.
    -No senhor dos Anéis é a versão que o Bilbo contou.
    -No Hobbit é a verdade.

    O daniel tá de brincadeira né; Mostrar o Dragão ia tirar a graça para o segundo filme.
    Cena desnecessária, o que Daniel. E os anões em perigo faz parte do livro, mudar a história?
    O 3d foi ruim? Não foi maravilhoso, mas ruim!

  9. Cena inútil Daniel?

    Concordo com o cara, o Livro é para mostrar a Terra Média, o personagem principal é a terra média. E a luta dos Gigantes de Pedra, é para mostrar os perigos e coisas legais de uma aventura.

    O Personagem principal em Tolkine é a Terra Média.

    • Depois desses comentários o Bruno começou com um discurso:
      estive onde ninguem este, vi coisas que ninguem viu…
      enfim só para falar que esse texto é o mesmo do final de Blade Runner.

  10. Quanto a’O Hobbit, dou nota 2.9/5. Agora, dizer que King Kong (2005) é ”uma tranqueira sem tamanho” é foda. Dou nota 4.7/5 pro King Kong (2005). Trilogia do Anel: A Sociedade do Anel = 5/5; As Duas Torres = 4.5/5; O Retorno do Rei = 5/5. E quanto ao segundo O Hobbit, tô sem expectativa nenhuma.

  11. Q músicas incríveis vcs tocaram nesse podcast! Sim… depois de três anos estou ouvindo, descobri recentemente o programa de vcs e o canal… os podcasts weram muito daora, vire e mexe vcs comentam nos vídeos da saudade q têm dessa época! \m/ Continuem por aí…