Quadrinhos, livros e DVDs que recebemos! | Vlog do PN #107

Bruno Zago mostra as coisas legais que o Pipoca e Nanquim recebeu das editoras!! Só material bom da Panini, DarkSide Books e Editora Aleph!! E chegou também uma pilha enorme de DVDs da Versátil Home Vídeo!!

Site da DarkSide Books: http://www.darksidebooks.com.br/

Site da Versátil: http://www.dvdversatil.com.br/

Canal da Editora Aleph no YouTube: https://goo.gl/YJYxx0

Canal da Panini no YouTube: https://goo.gl/K1zjh

ASSISTA TAMBÉM:

– Vídeo com os boxes de DVDs da Versátil: https://goo.gl/TgwERz

– Review do livro HELLRAISER, da DarkSide Books: https://goo.gl/bs0H7h

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DarkSide lança edição de luxo da biografia de Zé do Caixão

O livro sagrado do Cinema de Terror nacional, segundo seu maior profeta

Ele veio ao mundo numa sexta-feira 13, em março de 1936. Quase oitenta anos depois, José Mojica Marins construiu um legado artístico incomparável em nosso país e se consagrou
como um dos grande mestres do Terror mundial. O público conhece sua voz gutural, as infindáveis garras que ele chama de unhas, sua barba cerrada e suas roupas, incluindo
capa e cartola, sempre escuras como a noite. Mas até que ponto o Brasil reconhece toda genialidade do homem por trás do mito?

Em Zé do Caixão – Maldito, a Biografia, os jornalistas André Barcinski e Ivan Finotti desenterram todos os segredos do passado de José Mojica, da infância humilde nos subúrbios de São Paulo até sua consagração internacional.

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Um dos cineastas mais produtivos do Brasil, Mojica escreveu, dirigiu, produziu e atuou em mais de trinta filmes, como os clássicos À Meia Noite Roubarei sua Alma, Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver e O Despertar da Besta. Mojica aprendeu a fazer cinema sozinho, na marra, usando os recursos disponíveis e formando seus próprios técnicos e atores. Como resultado, o mundo ganhou um artista genuinamente brasileiro, que jamais precisou copiar fórmulas estrangeiras.

A biografia, publicada originalmente em 1998, estava há muito tempo fora de catálogo. Uma heresia que a DarkSide Books não poderia perdoar. Muitas sextas-feiras 13 depois, Zé Do Caixão – Maldito, a Biografia está sendo relançada pela DarkSide, numa edição à altura do genial diretor – e também padrinho da editora. Com 666 páginas (200 a mais que a antiga versão), o livro conta com muitas fotos inéditas, filmografia atualizada e acabamento luxuoso em capa dura.

Um verdadeiro documento para amantes do cinema e do terror.

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André Barcinski é jornalista, crítico, escritor e diretor de cinema e TV. Ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro de não-ficção por Barulho – uma viagem ao underground do rock americano (1992). Produziu o programa O Estranho Mundo de Zé do Caixão, no Canal Brasil. É corroteirista da minissérie Zé do Caixão, com Matheus Natchergaele, adaptação do seu livro Zé do Caixão – Maldito, a Biografia.

Ivan Finotti nasceu em São Paulo em 1970. Trabalhou nos jornais Notícias Populares, O Estado de S. Paulo, Diário de S. Paulo e revista SuperInteressante. Na Folha de S. Paulo foi repórter cultural e editor das revistas sãopaulo e Serafina e do caderno Folhateen, no qual ganhou, em 2008, o prêmio Esso de Criação Gráfica. Em 2001, dividiu com André Barcinski premiação no Festival de Sundance pela direção do documentário Maldito, baseado neste livro. Atualmente é editor da Ilustrada.

 

ze-do-caixao-maldito-darkside-books-capa-livro-caveira-04Ficha Técnica
Título | Zé do Caixão – Maldito, a Biografia
Autor | André Barcinski e Ivan Finotti
Editora | DarkSide®
Edição |
Idioma | Português
Especificações | 666 páginas, capa dura, edição de luxo e Limited
Dimensões | 16 x 23 cm
Lançamento | Novembro de 2015
Preço | R$ 99,90

Entrevista com Andrew Pyper, autor de O DEMONOLOGISTA

Agora que você assistiu ao nosso vídeo sobre O DEMOLOGISTA, (o quê, ainda não assistiu nosso review? Clique aqui, então!), confira uma entrevista com o autor Andrew Pyper, cortesia da Editora DarkSide Books exclusivamente para os sites parceiros!

UMA CONVERSA COM ANDREW PYPER: Basta ler para crer

O personagem principal, David Ullman, é um professor de literatura especializado no clássico de John Milton, Paraíso Perdido. Quão familiar você era com esse texto antes de começar a escrever O Demonologista? Como usou o poema para ajudá-lo a moldar a trama e os acontecimentos em seu romance?

Andrew Pyper. Eu tinha lido Paraíso Perdido como estudante na universidade, mas me lembrava pouco dele. Não, não é verdade: eu me recordava de poucos detalhes, mas carregava comigo os argumentos persuasivos e o dilema lastimável de seu discutível e ambíguo protagonista, Satã. Nos trechos em que ele é o narrador, achei o poema fascinante, quase perigoso em seu encanto. Mas quando o demônio não está presente, recordo-me de sentir que ele era um pouco difícil. Naquela época, eu teria concordado com a opinião do dr. Johnson, de que “ninguém o desejou mais longo”.

Vinte anos depois, sou um romancista. (Também sou pai; isso ganha certa relevância em determinado momento.) Por vezes, estava refletindo sobre um caminho para criar um novo tipo de mitologia demoníaca em uma obra de ficção, uma sem padres, exorcismos, água benta escaldante ou as armadilhas costumeiras das histórias de “possessão”. Queria imaginar uma narrativa que fizesse os demônios parecerem bem fundamentados e reais – uma explicação plausível do por quê algumas pessoas, por algum tempo, agem de maneira irracional. Para alcançar isso, a relação entre os personagens humanos e demoníacos na história teria que ser ao mesmo tempo misteriosa e coerente, fantástica e crível. Foi ao desenvolver o que poderia ser utilizado como o fundamento para esse universo que me lembrei de Paraíso Perdido. De novo, não foi tanto o poema ou como eu pensava nele, mas um sentimento com o qual ele me deixou, a vitalidade de seu anti-herói, seu sofrimento, sua fúria velada e terrível solidão. Em resumo, ele foi um personagem que imaginei primeiro. Uma conexão emocional, e não um monstro.

 

Andrew Pyper.

Andrew Pyper.

 

David é um estudioso da demonologia, mas é um cético determinado em sua vida pessoal. Oquanto de você está ali neste personagem?

Andrew Pyper. Como em todos os meus protagonistas, há um boa parte de mim em David Ullman, embora haja partes mais numerosas as quais eu não tenho nada em comum com ele. Eu e David somos ambos pais, leitores e devoradores de livros. E sim, também não somos religiosos de alguma maneira significativa. Mas se eu deixo uma porta entreaberta em minha mente para o impossível, o inexplicável e o misterioso, David é (no começo do romance, ao menos) um ateu completamente comprometido, um racionalista, o tipo de homem que vê a fé como uma prática intelectual inferior. Nessa questão, entre outras – a diversão do pensamento sem limites –, não poderíamos ser mais diferentes.

 

Outra característica que você compartilha com David é a paternidade. Como foi escrever um romance sobre um pai tentando resgatar sua filha não apenas da morte, mas possivelmente de um destino pior que a morte?

Andrew Pyper. Pode soar estranho dizer que eu chorei com frequência enquanto escrevia um thriller sobre demônios, mas ao trabalhar em O Demonologista isso aconteceu bastante, emoções a flor da pele, muitas delas me surpreendendo com sua crueza e ferocidade. A primeira entre elas é o amor que tenho pelos meus filhos, e por Tess ser uma menina, pensei muito em minha própria filha, Maude. Nunca uma dedicatória foi mais merecida, pois eu não teria encontrado um rumo para essa história – nem para David, ou mesmo para o sofrimento particular do Inominável – sem ela. Eu sabia que para fazer o romance funcionar em um nível emocional, tinha que imaginar a situação que mais temo. Para fazer o leitor ter medo, eu tenho que sentir medo. E eu senti com frequência. Tudo isso fez de mim um pai melhor, pode acreditar.

 

demonologista post 2O Demonologista é um thriller excelente à sua própria maneira, mas ele também adentra o gênero do terror. Como escritor, o que acha que funciona para os momentos mais assustadores? Como você insere uma reviravolta em um thriller realista para dar a ele as qualidades que as pessoas buscam em um romance de terror?

Andrew Pyper. O terror, para mim, não é definido por aquilo que provoca o medo em alguém, mas pelo ser humano que tem contato com aquilo. Adoro histórias assustadoras e filmes de terror, embora, em minha opinião, eles possam também falhar com frequência em ser experiências estéticas completamente bem-sucedidas, pois a ênfase está no monstro, no fantasma, no vampiro, em vez de no por quê o misterioso escolheu visitar um personagem em particular, como ele experimentou aquilo, os rumos que alteraram através dessa rachadura em suas vidinhas mais ou menos normais.

 

Qual o livro mais assustador que você já leu?

Andrew Pyper. Não há um único vencedor aqui, apenas uma pequena lista de influências profundas. Lembro-me que minha mãe me proibiu de ler O Iluminado, de Stephen King, quando eu já estava na metade do livro. Isso me deixou tão nervoso e atormentado por pesadelos e geralmente aborrecido por ter que viver com isso (embora eu naturalmente tenha ignorado minha mãe). Mais tarde, A Outra Volta do Parafuso, de Henry James, mostrou-me o quão delicioso poderia ser, como leitor, caminhar pelo fio da navalha entre a crença em fantasmas (ou o que quer que seja a coisa misteriosa) em uma história como algo “real”, ou as projeções psicológicas do personagem. Tempos depois, A Face at the Window, de Dennis McFarland, provou – como se precisasse ser provado – que um romance literário de qualidade e o horror não são apenas compatíveis, mas potencialmente melhores juntos que qualquer outro subgênero.

Por fim, de qualquer forma, eu volto à infância. Para uma semana que passei em um acampamento de verão cristão (não diga), lendo a Bíblia em minha barraca enquanto me escondia dos valentões que diziam, desde a hora em que saí do ônibus, que “Até o final da semana… você vai estar morto”. Foi lá que encontrei o Apocalipse. Ele me assombra desde então.

 

A escrita de O Demonologista mudou alguma das suas crenças em relação ao sobrenatural?

Andrew Pyper. Sim. E prefiro deixar as coisas como estão.

 

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Andrew Pyper (1968) é o premiado autor de seis romances, entre eles Lost Girls (1999), vencedor do Arthur Ellis Award, selecionado pelo New York Times como um dos livros do ano, e best-seller nas listas do New York Times e do Times (Inglaterra). Seu livro The Killing Circle (2008) foi eleito o melhor romance policial do ano pelo New York Times. Três romances de Pyper, incluindo O Demonologista, estão sendo adaptados para o cinema. E ainda assim, seus livros continuavam inéditos em nosso país. Claro que tinha que ser a DarkSide® Books para trazer esse mestre moderno do terror e suspense para o Brasil. Saiba mais em andrewpyper.com.

 

“É impossível ignorar os demônios que têm uma presença tangível nesta história, mas o prazer mais profundo do romance vem da análise que o protagonista Ullman aplica a esses horrores […] Que venham os demônios.”
The New York Times Book Review

“A história mais convincente e assustadora que você vai encontrar este ano. O Demonologista mostra um escritor extremamente talentoso, produzindo um romance com uma misteriosa ameaça e profundidade. Aqueles de nós que escrevem histórias sobrenaturais não mencionam os nomes de Ira Levin, William Peter Blatty e Peter Straub em vão. Você vai ouvir todos os três associados a Pyper, e todas essas comparações são honestas, o maior elogio que posso oferecer.”
Michael Koryta, autor de The Prophet

“Uma história de horror incrivelmente lapidada, inteligente e tocante […] Há uma elegância narrativa e um domínio a respeito do que o mal pode significar.”
Daily Mail (Reino Unido)

“Muitos livros afirmam ser assustadores, mas este é realmente aterrorizante, do tipo não leia-tarde-da-noite. Emocionante, convincente e muito bem escrito, O Demonologista faz O Bebê de Rosemary parecer um passeio no parque.”
S.J. Watson, autor do best-seller Before I Go to Sleep

“Muito bem elaborado, delirantemente assustador e uma leitura compulsiva do começo ao fim. Imagine O Exorcista e O Código Da Vinci escrito por Daphne du Maurier. Não perca de jeito nenhum!”
Jeffery Deaver, autor do best-seller O Colecionador de Ossos

 

demonologista 3dFicha Técnica
Título | O Demonologista
Autor | Andrew Pyper
Tradutor | Cláudia Guimarães
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 320 páginas, capa dura
Dimensões | 14 x 21 cm
Lançamento | Abril de 2015
Preço sugerido | R$ 49,90

 

 

Livros: HELLRAISER e O DEMONOLOGISTA | Vlog do PN #104

Alexandre Callari e Bruno Zago trazem um breve review de dois livros da DarkSide Books, HELLRAISER, de Clive Barker, que deu origem ao filme homônimo, e O DEMONOLISTA, de Andrew Pyper, que já está sendo adaptado para o cinema.

Lembrando que HELLRAISER: RENASCIDO DO INFERNO foi traduzido pelo próprio Alexandre Callari! Legal, né?

LINKS:

– Assista a um vídeo com mais livros da DarkSide: Tubarão, O Demonologista e Sexta-Feira 13: https://goo.gl/D1B4Bi

– Saiba mais sobre HELLRAISER no site da DarkSide Books: http://goo.gl/U2T1uc

– Saiba mais sobre HELLRAISER em nosso site: http://goo.gl/rKNMlN

– Saiba mais sobre O DEMONOLOGISTA no site da DarkSide Books: http://goo.gl/nqpKgv

– Vídeo sobre a série em quadrinhos do Hellraiser: https://goo.gl/HxjgnI

– Compre os quadrinhos do Hellraiser na Comix: https://goo.gl/st5Tjn

– Livros e quadrinho do THE WITCHER: https://goo.gl/7FpsNo

– Coleção de 17 mil quadrinhos de Alexandre Callari: https://goo.gl/bcRzVD

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De Volta para o Futuro | O livro oficial dos bastidores da Trilogia

O futuro está de volta. Há 30 anos, Marty McFly fazia sua primeira viagem no tempo, a bordo de um DeLorean. Tinha início uma das maiores trilogias da história do cinema. De Volta Para o Futuro é um marco da cultura pop, conquistando gerações de fãs leais a cada reprise na tv ou nos relançamentos em todas as mídias possíveis, do vhs piratão aos modernos vídeos on demand. Para comemorar o 30º aniversário da saga que reinventou a ficção científica, com boas doses de humor e aventura, a DarkSide® Books tem o prazer de anunciar mais um lançamento imperdível para qualquer geek que se preze: De Volta Para o Futuro: We Don’t Need Roads – Os Bastidores da Trilogia.

O livro de Caseen Gaines é o documento mais completo sobre a trilogia De Volta Para o Futuro, além de ser uma verdadeira aula sobre cinema. Para conseguir reunir informações exclusivas, muitas daquelas que nem o mais apaixonado dos fãs conhecia direito, o autor levou vinte meses de pesquisa e conduziu mais de quinhentas horas de entrevistas com equipe técnica, elenco e fãs. O diretor Robert Zemeckis, o produtor e corroteirista, Bob Gale, o insubstituível Christopher Lloyd (Dr. Emmet Brown) e até mesmo Huey Lewis, autor de “Power of Love”, canção-tema do filme de estreia, relembram, com detalhes, como a saga ganhou vida. Críticos de cinema, documentaristas e fãs dedicados também ajudaram a enriquecer o conteúdo do livro.

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Entre as muitas curiosidades desvendadas por Caseen Gaines estão os verdadeiros motivos que levaram Zemeckis a demitir Eric Stoltz (Máscaras do Destino, Pulp Fiction), o primeiro ator a interpretar McFly diante das câmeras; por que De Volta Para o Futuro quase se chamou O Homem de Plutão; como Chuck Berry quase sabotou o solo de guitarra de Marty; ou ainda, por que a velocidade necessária para o DeLorean viajar no tempo é de 88 milhas por hora?

De Volta Para o Futuro: We Don’t Need Roads – Os Bastidores da Trilogia chega aos leitores brasileiros no tão esperado dia 21 de outubro de 2015. A data marca a viagem de McFly, sua namorada Lorraine e Dr. Brown ao século XXI no gancho do primeiro para o segundo filme da trilogia, e será celebrada no mundo inteiro como o Back To The Future Day. Enquanto esperamos que os skates voadores (hoverboards, para os íntimos) estejam disponíveis para o grande público, uma coisa é certa: o futuro já chegou!

Caseen Gaines é um devotado historiador de cultura pop. Sua tese de formando em jornalismo e estudos midiáticos na conceituada Rutgers University explorou relações raciais presentes na série original de filmes Planeta dos Macacos. É professor de inglês do ensino médio e diretor artístico da Hackensack Theatre Company. De Volta Para o Futuro: We Don’t Need Roads – Os Bastidores da Trilogia é seu terceiro livro. Saiba mais em caseengaines.com.

“Caseen Gaines escreveu uma história irresistível sobre nossa trilogia.
Ler seu livro foi como realmente voltar no tempo.
E ainda descobri casos que nem eu mesmo sabia!”
– BOB GALE, COCRIADOR DA TRILOGIA COM ROBERT ZEMECKIS –

“O livro mais esclarecedor e informativo que li .
Todo fã de verdade dessa sagrada trilogia deveria ter um.”
– ERNEST CLINE, AUTOR DE JOGADOR NÚMERO 1,
BEST-SELLER DO NY TIMES, E DONO DE UM DELOREAN –

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Título | De Volta Para o Futuro: We Don’t Need Roads – Os Bastidores da Trilogia
Autor | Caseen Gaines
Tradutor | Alexandre Matias; Mariana Moreira Matias
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 248 páginas, capa dura
Dimensões | 16 x 23 cm
Lançamento | Outubro de 2015